Piauí supera Brasil na redução de analfabetismo entre 2001 e 2015, diz IBGE

O Piauí conseguiu superar o Brasil na queda do percentual de analfabetos no período de 2001 e 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE; de acordo com o levantamento, a redução da taxa de analfabetismo no Estado foi de aproximadamente 44% no período, quando no Brasil a redução foi de 38% e, no Nordeste, de 36%

O Piauí conseguiu superar o Brasil na queda do percentual de analfabetos no período de 2001 e 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE; de acordo com o levantamento, a redução da taxa de analfabetismo no Estado foi de aproximadamente 44% no período, quando no Brasil a redução foi de 38% e, no Nordeste, de 36%
O Piauí conseguiu superar o Brasil na queda do percentual de analfabetos no período de 2001 e 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE; de acordo com o levantamento, a redução da taxa de analfabetismo no Estado foi de aproximadamente 44% no período, quando no Brasil a redução foi de 38% e, no Nordeste, de 36% (Foto: Leonardo Lucena)


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O Piauí conseguiu superar o Brasil na queda do percentual de analfabetos no período de 2001 e 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE. De acordo com o levantamento, a redução da taxa de analfabetismo no Estado foi de aproximadamente 44% no período, quando no Brasil a redução foi de 38% e, no Nordeste, de 36%.

Em 2001, 31,81% da população piauiense a partir de cinco anos de idade era considerada analfabeta. Quatorze anos depois, o índice era de 17,78%. No Nordeste, no mesmo período, a taxa caiu de 25,92% para 16,52%. No Brasil, a queda foi de 14,59% para 9,08%. Em alguns estados, a taxa de analfabetismo cresceu, como o Amapá, que tinha 8,10% de analfabetos em 2001 e passou a ter 8,84% em 2015.

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Em algumas unidades da Federação, o analfabetismo não apresenta uma redução constante, mas sim uma variação entre aumento num ano e queda no outro. No caso do Piauí, desde o início da série histórica, a curva é decrescente. Há um período, porém de 2012 a 2014, que a taxa de analfabetismo cresceu, passando de 19,33% em 2012 para 20,59% em 2014. No ano seguinte, 2015, primeiro ano da atual gestão do Governo do Estado, voltou a cair para 17,78%.

Analfabetismo cai na gestão Wellington, após dois anos de crescimento

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No primeiro ano da atual gestão do Governo do Estado, a taxa de analfabetismo do Piauí teve uma redução de 13%, na comparação entre 2015 e 2014 (ano que era administrado por outro governador). Além disso, o governador Wellington Dias reverteu a tendência de crescimento do analfabetismo no Estado a partir de 2012.

Naquele ano, o Piauí tinha 19,33% de analfabetos. No ano seguinte, já eram 19,92% dos piauienses nessa condição. Em 2014, a taxa havia subido para 20,59%. E só caiu em 2015, já na gestão Wellington, quando o índice foi reduzido para 17,78%.

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Investir em educação tem sido uma prioridade do atual Governo. Para isso, ações como Pré-Enem, passe livre, construção e reforma de escola integral e implantação de tecnologias de combate às faltas escolares (como o Mobieduca.me) são fundamentais para aumentar o número de matrículas nos colégios e reduzir o analfabetismo.


Queda na taxa de analfabetismo de 2001 a 2015 (IBGE, PNAD)

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Piauí – 44%

Brasil – 38%

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Nordeste – 36%

Maranhão – 21%

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Ceará – 36%

Alagoas – 37%

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Analfabetismo no Piauí de 2001 a 2015 (Em % da população a partir de 5 anos de idade)
 

Ano                                       Taxa     

2001                                      31,81%

2002                                      31,41%

2003                                      30,08%

2004                                      29,01%

2005                                      28,78%

2006                                      27,25%                                

2007                                      24,47%

2008                                      25,30%

2009                                      24,00%

2011                                      19,85%

2012                                      19,33%

2013                                      19,92%

2014                                      20,59%

2015                                      17,78%

Fonte: CCom

 

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