PGR ainda busca provas contra Alckmin
A Procuradoria-Geral da República ainda está em busca de provas que embasem relatos de delatores da Odebrecht que acusam Geraldo Alckmin de caixa-dois eleitoral; não há, até agora, sindicância, inquérito ou ação penal envolvendo Alckmin no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Por essa razão, o tucano não tem motivo para se preocupar com uma eventual inelegibilidade
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SP 247 - A dificuldade da Procuradoria-Geral da República (PGR) para encontrar provas que embasem relatos de delatores da Odebrecht que acusam Geraldo Alckmin de caixa-dois eleitoral deixa em situação confortável o governador de São Paulo, principal nome do PSDB para a eleição presidencial de 2018.
Não há, até agora, sindicância, inquérito ou ação penal envolvendo Alckmin no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Por essa razão, o tucano não tem motivo para se preocupar com uma eventual inelegibilidade
A PGR já reconhece, em reservado, que ações envolvendo governadores derivadas de delações premiadas vão frustrar a opinião pública, devido às inconsistências de parte dos relatos. Governadores têm privilégio de foro no STJ.
Das 11 investigações abertas no STJ desdobradas da Lava-Jato, ao menos cinco foram arquivadas porque os investigadores não localizaram evidências que corroborassem as versões dos delatores.
Alckmin nega o recebimento de recursos sem origem e afirma que todas as doações para suas campanhas constam da prestação de contas da Justiça Eleitoral. Três delatores da Odebrecht afirmaram que um total de R$ 10,3 milhões foram pagos às campanhas de 2010 e 2014 do atual governador pela via do caixa-dois.
As informações são de reportagem de André Guilherme Vieira no Valor.
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