PF vai rastrear locais de entrega de propina a Aécio e aliados

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Polícia Federal a buscar registros de entrada e saída em prédios por pessoas do grupo político de Aécio Neves em locais onde os delatores revelaram ter sido entregue dinheiro de propina destinada ao senador tucano; Fachin deu 30 dias para que os investigadores apurem esses registros

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Polícia Federal a buscar registros de entrada e saída em prédios por pessoas do grupo político de Aécio Neves em locais onde os delatores revelaram ter sido entregue dinheiro de propina destinada ao senador tucano; Fachin deu 30 dias para que os investigadores apurem esses registros
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Polícia Federal a buscar registros de entrada e saída em prédios por pessoas do grupo político de Aécio Neves em locais onde os delatores revelaram ter sido entregue dinheiro de propina destinada ao senador tucano; Fachin deu 30 dias para que os investigadores apurem esses registros (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Polícia Federal a investigar os locais onde, segundo delatores da operação, foram entregues dinheiro vivo de propina destinado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e seu grupo político.

Os investigadores terão 30 dias, dados por Fachin, para rastrear registros de entrada e saída em prédios de personagens citados nas delações, informa reportagem do Globo.

Três locais ficam em Belo Horizonte. Em Minas Gerais, Aécio e o senador Antônio Anastasia, também do PSDB, foram os que mais receberam, segundo a Lava Jato. Altas quantias eram entregues pessoalmente ao coordenador da campanha de Anastasia ao governo de Minas em 2010, segundo os delatores Sérgio Luiz Neves e Benedicto Júnior.

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A concessionária Minas Máquina teria recebido a maior parte de um montante de R$ 5,4 milhões que havia sido solicitado por Aécio. Outro local recebeu R$ 3 milhões, divididos em parcelas de R$ 250 mil, e um apartamento mais R$ 2,5 milhões em três parcelas, destinadas especificamente a Pimenta da Veiga, também do grupo político de Aécio.

Também serão verificados registros de acesso à Odebrecht em Belo Horizonte.

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