PF vai assumir investigação sobre ataque contra Bolsonaro
A PF abriu inquérito para apurar o ataque contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL); servente de pedreiro Adélio Bispo de Oliveira (40), suspeito de ser o responsável pela agressão a faca, foi preso em flagrante; deputado federal Delegado Francischini (PSL-PR), que atua como um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro, afirmou que irá ingressar com uma representação pedindo que seja aberta uma frente de investigação para apurar se o ataque teria sido um "crime político"
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Minas 247 - A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o ataque contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), ocorrido quando ele participava de um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O servente de pedreiro Adélio Bispo de Oliveira (40), suspeito de ser o responsável pela agressão a faca, foi preso em flagrante. De acordo com a Polícia Militar, o ataque contra Bolsonaro teria ocorrido de forma premeditada.
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) disse que o agressor não "parecia ser um sujeito equilibrado. "Colocamos todo o aparato de segurança do Estado à disposição para elucidar o caso", destacou o governador. Segundo ele, como o caso envolve um candidato à Presidência, "o protocolo remete o registro da ocorrência à PF".
O deputado federal Delegado Francischini (PSL-PR), que atua como um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro, afirmou que irá ingressar com uma representação na Polícia Federal pedindo que seja aberta uma frente de investigação para apurar se o ataque teria sido um "crime político".
"Queremos saber se tem um autor intelectual (do atentado). Para nós é um crime político, ele (autor da agressão) foi filiado ao PSOL. Queremos saber se tem alguém acima desse cara, alguém que o induziu", afirmou.
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