PF deflagra segunda fase da Operação Marcapasso

A Polícia Federal deflagrou a segunda gase da Operação Marcapasso, que investiga esquema de fraudes em licitações no Tocantins, para a aquisição de equipamentos chamados OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais); a segunda fase foca mo núcleo criminoso que atua em Araguaína; dois médicos estão entre os alvos das prisões temporárias desta fase; um deles já foi secretário da Saúde do Tocantins. Outro ex-secretário Estadual da Saúde, que já havia sido preso na primeira etapa da Operação Marcapasso, foi proibido de entrar em contato com outros investigados

A Polícia Federal deflagrou a segunda gase da Operação Marcapasso, que investiga esquema de fraudes em licitações no Tocantins, para a aquisição de equipamentos chamados OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais); a segunda fase foca mo núcleo criminoso que atua em Araguaína; dois médicos estão entre os alvos das prisões temporárias desta fase; um deles já foi secretário da Saúde do Tocantins. Outro ex-secretário Estadual da Saúde, que já havia sido preso na primeira etapa da Operação Marcapasso, foi proibido de entrar em contato com outros investigados
A Polícia Federal deflagrou a segunda gase da Operação Marcapasso, que investiga esquema de fraudes em licitações no Tocantins, para a aquisição de equipamentos chamados OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais); a segunda fase foca mo núcleo criminoso que atua em Araguaína; dois médicos estão entre os alvos das prisões temporárias desta fase; um deles já foi secretário da Saúde do Tocantins. Outro ex-secretário Estadual da Saúde, que já havia sido preso na primeira etapa da Operação Marcapasso, foi proibido de entrar em contato com outros investigados (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5) a 2ª Fase da Operação Marcapasso, que investiga esquema de fraudes em licitações no Tocantins, para a aquisição de equipamentos chamados OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais). A segunda fase foca mo núcleo criminoso que atua em Araguaína.

Dois médicos estão entre os alvos das prisões temporárias desta fase. Um deles já foi secretário da Saúde do Tocantins. Outro ex-secretário Estadual da Saúde, que já havia sido preso na primeira etapa da Operação Marcapasso, foi proibido de entrar em contato com outros investigados. Também foi decretada a indisponibilidade de bens de quatro investigados.

A pedido do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, a 4ª Vara Criminal Federal de Palmas (TRF1), expediu quatro mandados de prisão temporária, quatro mandados de condução coercitiva e sete mandados de busca e apreensão. Cerca de 70 policiais federais cumprem os mandados judiciais nas cidades de Palmas/TO, Araguaína/TO e Belém/PA.

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