Petistas e aliados levam ‘Fora, Temer’ ao 2 de Julho

Na comitiva do governador Rui Costa no 2 de Julho, o grito de guerra era o 'Fora, Temer'; o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner (PT), por exemplo, ponderou que a instabilidade pela qual o Brasil pensa é intensa, mas que a saída de Temer somente não resolveria o problema; Wagner avalia que "precisa sair Temer e todo o seu grupo" político; "Eu acho que a gente não pode ficar de tira e bota... Já cometeram o crime que foi tirar a presidenta Dilma. Agora eu acho que se tiver um processo legal, que terminar com a saída dele. Se for fazer uma enquete, é óbvio que tem que tirar o Temer. Mas para tirar o Temer, tem que tirar a base completa".

Na comitiva do governador Rui Costa no 2 de Julho, o grito de guerra era o 'Fora, Temer'; o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner (PT), por exemplo, ponderou que a instabilidade pela qual o Brasil pensa é intensa, mas que a saída de Temer somente não resolveria o problema; Wagner avalia que "precisa sair Temer e todo o seu grupo" político; "Eu acho que a gente não pode ficar de tira e bota... Já cometeram o crime que foi tirar a presidenta Dilma. Agora eu acho que se tiver um processo legal, que terminar com a saída dele. Se for fazer uma enquete, é óbvio que tem que tirar o Temer. Mas para tirar o Temer, tem que tirar a base completa".
Na comitiva do governador Rui Costa no 2 de Julho, o grito de guerra era o 'Fora, Temer'; o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner (PT), por exemplo, ponderou que a instabilidade pela qual o Brasil pensa é intensa, mas que a saída de Temer somente não resolveria o problema; Wagner avalia que "precisa sair Temer e todo o seu grupo" político; "Eu acho que a gente não pode ficar de tira e bota... Já cometeram o crime que foi tirar a presidenta Dilma. Agora eu acho que se tiver um processo legal, que terminar com a saída dele. Se for fazer uma enquete, é óbvio que tem que tirar o Temer. Mas para tirar o Temer, tem que tirar a base completa". (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - Na comitiva do governador Rui Costa no 2 de Julho, a o grito de guerra era o 'Fora, Temer'. Petistas e aliados avaliaram que a festa cívica era um bom momento para pedir renúncia e/ou a queda de Michel Temer, por causa da história de luta do povo baiano, que culminou na independência, com desfecho em 2 de julho de 1823, com a expulsão dos portugueses.

O secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner (PT), por exemplo, voltou a lamentar e apontar a saída da ex-presidente Dilma Rousseff (de quem foi ministro) como "golpe", e ponderou que a instabilidade pela qual o Brasil pensa é intensa, mas que a saída de Temer somente não resolveria o problema. Wagner avalia que "precisa sair Temer e todo o seu grupo" político.

"Eu acho que a gente não pode ficar de tira e bota... Já cometeram o crime que foi tirar a presidenta Dilma. Agora eu acho que se tiver um processo legal, que terminar com a saída dele. Se for fazer uma enquete, é óbvio que tem que tirar o Temer. Mas para tirar o Temer, tem que tirar a base completa. Eu grito 'Fora, Temer' porque eu quero que as ruas gritem para deixar esse governo mais isolado, porque não tem legitimidade", afirmou o ex-governador da Bahia.

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Também presente ao cortejo, a senadora Lídice da Mata (PSB) exaltou a tradição do 2 de Julho e reiterou o movimento por eleições diretas para escolha de um novo presidente da República antes de 2018. "Um 2 de julho marcante. O povo baiano foi para rua celebrar os heróis da independência e pedir 'Diretas, já'", afirmou a senadora baiana.

Líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, a baiana Alice Portugal disse que estava marchando "pelo fim do governo golpista de Michel Temer".

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"Hoje é um momento de renovar o compromisso com a liberdade. O povo baiano vem às ruas por seus direitos e pelas suas garantias como cidadão e cidadã. Exigimos a saída de Temer e desse governo impostor, que quer tirar os direitos previdenciários e trabalhistas da nossa gente. Vamos garantir as eleições diretas para dar ao povo a valorização que tem que ter o voto popular. Queremos um governo eleito e uma nova agenda", disse afirmou a deputada.

Alice Portugal afirmou ainda que espera que a Câmara aprove a PEC das Diretas (Proposta de Emenda à Constituição 227/16), que está em apreciação na Comissão de Constituição e Cidadania e Cidadania (CCJC).

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