Perillo não é citado em investigação do CADE que arranha imagem de tucanos

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) investiga a atuação de um cartel de grandes construtoras para fraudar licitações de obras rodoviárias em gestões de figurões do PSDB; investigação é baseada no acordo de leniência da Odebrecht e atinge os principais nomes do PSDB, como o governadores Beto Richa e Geraldo Alckmin, o ex-ministro José Serra, o senador Tasso Jereissati, o senador Aécio Neves, o deputado federal Antonio Imbassahy e o ex-governador Alberto Goldman, quando todos ocupavam cargos no Executivo, como prefeito e governador; governador goiano foi um dos únicos que escaparam da denúncia

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marconi (Foto: José Barbacena)


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Goiás 247 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) investiga a atuação de um cartel de grandes construtoras para fraudar licitações de obras rodoviárias em gestões de figurões do PSDB. A investigação é baseada no acordo de leniência da Odebrecht e atinge os principais nomes do PSDB, como o governadores Beto Richa e Geraldo Alckmin, o ex-ministro José Serra, o senador Tasso Jereissati, o senador Aécio Neves, o deputado federal Antonio Imbassahy e o ex-governador Alberto Goldman.

A denúncia diz que as empresas (Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS e Odebrecht) se juntaram num cartel para combinar preços e fraudas licitações em obras públicas, principalmente construção de linhas de metrô. Os detalhes foram mostrados ontem em reportagem do Jornal Nacional.

A investigação do CADE se limita ao âmbito econômico e não avança sobre os políticos, mas acaba por arranhar a imagem dos principais nomes do PSDB no momento em que o partido coloca Alckmin na presidência e tenta superar a crise aguda causada pelas trapalhadas de Aécio Neves.

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O único tucano graúdo a se livrar do imbróglio foi o governador Marconi Perillo, que não foi citado na reportagem e não é investigado na Lava Jato, nem foi atingido diretamente pelas delações. Um dos delatores da Odebrecht acusou o governador goiano de receber R$ 8 milhões em caixa 2, mas o tucano convocou coletiva no primeiro semestre

 

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