Perillo diz que “perdoa” quem tentou incriminá-lo
Após final melancólico da CPI do Cachoeira, governador de Goiás diz em nota que teve investigados seus mandatos e sua vida pessoal sem que conseguissem apontar “um único fato que pudesse incriminar” a ele ou ao governo
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Goiás247 - O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), disse que perdoa quem tentou incriminá-lo por supostas ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira. A declaração foi feita em forma de nota oficial enviada à imprensa no início da noite desta terça-feira, 18, em razão do fim da CPI do Cachoeira, que acabou sem indiciar nenhum investigado. “Recebo com tranquilidade o resultado da CPMI. Em todo o desenrolar das investigações mantive-me à disposição do Ministério Público Federal, da própria Comissão e da imprensa, aos quais prestei os esclarecimentos necessários à compreensão clara e exata dos fatos”, diz Perillo na nota.
O governador goiano destacou que deu todas as explicações aos deputados e senadores no dia 12 de junho, quando prestou depoimento, e que abriu seus sigilos, iniciativa que outros gestores não tiveram: “Na CPMI, onde estive por mais de 8 horas, respondi a todas as indagações, por mais absurdas que fossem, e esclareci detalhadamente as dúvidas suscitadas. Abri meus sigilos e depositei ali todos os contratos firmados pelo meu governo com a empresa Delta Engenharia, ao contrário do que fizeram outros órgãos das administrações federal, estaduais e municipais.”
O tucano se queixou da invasão de sua privacidade sem que nada fosse provado contra ele. “Ao final do processo, onde tive investigados minha vida pessoal e meus três mandatos de governador, não conseguiram apontar um único fato que pudesse incriminar a mim ou a meu governo”. Também sobrou para seus opositores no Estado que, segundo Perillo, promoveram insistentes tentativas de inviabilizar a administração.
Perillo também cumprimentou deputados e senadores que votaram pela rejeição do relatório do deputado petista Odair Cunha (MG), que considerou “maldoso, direcionado, inconsistente e elaborado como instrumento de vingança de uma ala do PT”.
Ao fim, o governador de Goiás se declara inocente das acusações, diz que faz um governo limpo e que perdoa aqueles que tentaram incriminá-lo: “Tive a consciência tranquila e a humildade de esperar o dia em que a verdade prevaleceria, e felizmente este dia chegou. Agradeço a Deus e a todos aqueles que confiaram em minha inocência e na lisura das ações do governo que lidero. E, mesmo com o sofrimento imenso a que fui submetido com esta ação torpe e mesquinha, vejo este assunto como página virada e perdoo os que maldosamente tentaram macular minha biografia de cidadão e homem público.”
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