Perillo aceita disputar presidência do PSDB

O governador de Goiás, Marconi Perillo, disse a aliados que aceita concorrer à presidência do PSDB com o apoio da ala do partido que defende a permanência da legenda no governo Michel Temer; o tucano pretende disputar o comando do partido com o senador Tasso Jereissati (CE), que preside a sigla de forma interina desde o afastamento do senador Aécio Neves; com Perillo e Tasso no páreo, devem aumentar as divergências internas da legenda, que têm como ponto central a continuidade ou não do partido no governo Temer

O governador de Goiás, Marconi Perillo, disse a aliados que aceita concorrer à presidência do PSDB com o apoio da ala do partido que defende a permanência da legenda no governo Michel Temer; o tucano pretende disputar o comando do partido com o senador Tasso Jereissati (CE), que preside a sigla de forma interina desde o afastamento do senador Aécio Neves; com Perillo e Tasso no páreo, devem aumentar as divergências internas da legenda, que têm como ponto central a continuidade ou não do partido no governo Temer
O governador de Goiás, Marconi Perillo, disse a aliados que aceita concorrer à presidência do PSDB com o apoio da ala do partido que defende a permanência da legenda no governo Michel Temer; o tucano pretende disputar o comando do partido com o senador Tasso Jereissati (CE), que preside a sigla de forma interina desde o afastamento do senador Aécio Neves; com Perillo e Tasso no páreo, devem aumentar as divergências internas da legenda, que têm como ponto central a continuidade ou não do partido no governo Temer (Foto: Leonardo Lucena)


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Goiás 247 - O governador de Goiás, Marconi Perillo, avisou a aliados que aceita concorrer à presidência do PSDB com o apoio da ala do partido que defende a permanência da legenda no governo Michel Temer. O tucano pretende disputar o comando do partido com o senador Tasso Jereissati CE), que preside a sigla de forma interina desde o afastamento do senador Aécio Neves (MG), em maio, após a divulgação do conteúdo da gravação da JBS, em que o parlamentar mineiro pede propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. A decisão deve aprofundar no PSDB a divisão interna que tem como ponto central o debate sobre a permanência da sigla no governo Temer.

Perillo defende a permanência e Tasso quer o rompimento. Nos últimos dias, dirigentes do PSDB, aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e ministros do governo Temer procuraram o governador de Goiás e receberam um sinal verde para lançar as articulações em torno de seu nome. De acordo com apuração da Folha, Perillo afirmou que aceita e quer disputar a presidência da sigla.

A renovação dos cargos da executiva nacional tucana estava prevista apenas para maio de 2018, mas, desde que Tasso assumiu interinamento a presidência do PSDB, houve ao menos duas tentativas de convocação de eleições para definir o comando do partido.

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Uma reunião da executiva deve ocorrer já na próxima semana, segundo aliados do presidente interino. Com consequência, as eleições que são realizadas em convenção, ficariam para o fim de agosto ou para início de setembro

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