Pelegrino convoca Meirelles a explicar mudança no critério para empréstimo aos estados
O deputado Nelson Pelegrino (PT) vai apresentar na segunda-feira requerimento convocando o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, a explicar a mudança que o Tesouro Nacional fez do rating que estabelece nova classificação para efeito de capacidade de endividamento dos estados; a Bahia está sendo prejudicada com o imbróglio que envolve um empréstimo de R$ 600 milhões já liberados pelo Banco do Brasil; "Está claro que a mudança dos parâmetros visa não só prejudicar estados como a Bahia, como também impede que concretize empréstimo já contratado e publicado de R$ 600 milhões do Banco do Brasil e cria dificuldades de negociação com o Banco Europeu, visto que um depende da capacidade de endividamento e o outro exige aval da União"
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Bahia 247 - O deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) vai apresentar na segunda-feira (11) requerimento convocando o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, a explicar na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados a mudança que o Tesouro Nacional fez do rating que estabelece nova classificação para efeito de capacidade de endividamento dos estados federados.
A Bahia está sendo prejudicada com o imbróglio que envolve um empréstimo de R$ 600 milhões já liberados pelo Banco do Brasil.
"Estranhamente houve mudança de critérios e a manipulação de parâmetros para a definição do rating. A lista original era de oito, ontem foi reduzido para três, prevalecendo por coincidência aqueles critérios que beneficiam os estados mais poderosos, conforme afirmou o secretário (da Fazenda da Bahia) Manoel Vitório", afirmou Pelegrino.
De acordo com o parlamentar, "a mudança beneficia os estados mais ricos e endividados e prejudica estados menos ricos", como a Bahia.
Para o petista, "está claro que a mudança dos parâmetros visa não só prejudicar Estados como a Bahia, como também impede que concretize empréstimo já contratado e publicado de R$ 600 milhões do Banco do Brasil e cria dificuldades de negociação com o Banco Europeu, visto que um depende da capacidade de endividamento e o outro exige aval da União".
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