Pelegrino confirma secretário de ACM Neto
Apesar de o prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM), negar a informação de que o atual secretário da Educação, João Carlos Bacelar (PTN), continuará no cargo, o ex-candidato derrotado do PT, Nelson Pelegrino, garante que a permanência do gestor; em entrevista à Tribuna da Bahia, o diz que ACM "já quebra sua primeira promessa de campanha", a de não 'lotear' a prefeitura com partidos políticos
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Bahia 247
O ex-candidato derrotado do PT à Prefeitura de Salvador neste ano, Nelson Pelegrino, não esperou o eleito ACM Neto (DEM) tomar posse do governo municipal para dizer que o democrata "já quebrou sua primeira promessa de campanha".
Em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia, o petista fala do 'loteamento' político que, segundo ele, ACM fará e, mais além, nomeia secretário sem o prefeito eleito tê-lo feito. Pelegrino garante que o atual secretário da Educação, João Carlos Bacelar, do PTN, continuará a comandar a pasta na gestão democrata. ACM já desmentiu as especulações da imprensa.
"O deputado ACM Neto me acusava exaustivamente na campanha de ter o apoio de 14 partidos, afirmando que eu faria um loteamento político da máquina pública. Ele insistia em dizer que não faria loteamento de espaços na prefeitura. E, por incrível que pareça, dos dois secretários anunciados até agora um é ligado ao ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) e o outro é o secretário João Carlos Bacelar, que está e ficará na prefeitura, através de um acordo político com o PTN, que foi um apoio importante e elegeu seis vereadores para a Câmara Municipal", disparou o petista derrotado no pleito deste ano.
Pelegrino aproveitou a entrevista à Tribuna para alfinetar a busca de apoio de ACM nos governos federal e do estado. "Salvador não tem condições de, sozinha, ter recursos para fazer o enfrentamento que a cidade necessita".
Pelegrino disse que o encontro de ontem entre Dilma, Wagner e Neto era natural, sobretudo, pela importância de Salvador no contexto nacional, sendo a terceira maior cidade do país.
"E, mais uma vez, ele muda o discurso, falando agora que é importante a parceria com os governos Dilma e Wagner".
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