Pelegrino alfineta relação de MGF com ACM Neto
"O temor deles à família Magalhães é antigo, vem desde o tempo de ACM. Agi como torcedor, indignado com a situação vexatória e de descaso em que o clube se encontra. Sou conselheiro porque ele me convidou, com a promessa de democratização e eleições diretas. O que os torcedores do Bahia esperam é que ele tenha a grandeza de renunciar e entregar o time à torcida"; petista respondeu à investida do presidente do Bahia de que ele deveria dar esclarecimento sobre o assassinato de Neyton Souto na Secretaria da Fazenda em 2007
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Bahia 247
Um dos alvos da metralhadora giratória do presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, o deputado Nelson Pelegrino (PT) disse através de sua assessoria que nada tem a explicar sobre o assassinato do servidor Neylton Souto da Silveira nas dependências da Secretaria Municipal da Fazenda em 2007.
"Se alguém precisa dar explicações – afirmou - é o pai dele, Marcelo Guimarães, da Protector, empresa na qual trabalhavam os dois vigilantes acusados do assassinato". Pelegrino lembra ainda que a Protector levou o ex-deputado Marcelo Guimarães a ser investigado na Operação Navalha e preso na Operação Jaleco, ambas da Polícia Federal.
O petista respondeu às investidas de Marcelo Guimarães Filho em resposta à campanha 'Bahia da Torcida', que tem como objetivo, além de tirar o Bahia da crise, instalar eleições diretas para a presidência do clube. Marcelo lembrou do caso porque à época quem comandava a pasta da saúde era o PT na gestão do ex-prefeito João Henrique (PP).
Suplente de deputado pelo PMDB e em exercício do mandato, o cartola disse que o movimento é "briga política", pelo fato de ter como apoiadores diversas personalidades da política baiana, tais como, além de Pelegrino, o governador Jaques Wagner (PT), o prefeito ACM Neto (DEM) e os senadores Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro PT.
Pelegrino diz ainda que foi o próprio Marcelo quem levou a discussão para o âmbito político partidário, mas fez intriga pelo fato de o dirigente poupar o prefeito ACM Neto em suas declarações.
"O temor deles à família Magalhães é antigo, vem desde o tempo de ACM. Agi como torcedor, indignado com a situação vexatória e de descaso em que o clube se encontra. Sou conselheiro porque ele me convidou, com a promessa de democratização e eleições diretas. Essas promessas não foram cumpridas, por isso deixarei o conselho. O que os torcedores do Bahia esperam é que ele tenha a grandeza de renunciar e entregar o time à torcida".
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