PDT rompe com Márcio França em SP e lança candidato para ter palanque para Ciro

Para ter um palanque para Ciro Gomes em São Paulo, o PDT rompeu a coligação com o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), e lançou um nome próprio para o governo estadual; "A decisão é de um partido que quer ter palanque o maior estado da federação. Não podemos ficar a reboque de candidatos que só apoiam o Alckmin", disse o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi; será uma chapa puro-sangue pedetista, encabeçada pelo ex-prefeito de Suzano, Marcelo Candido

PDT rompe com Márcio França em SP e lança candidato para ter palanque para Ciro
PDT rompe com Márcio França em SP e lança candidato para ter palanque para Ciro (Foto: Governo do Estado de São Paulo)


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247 - Para ter um palanque para Ciro Gomes em São Paulo, o PDT rompeu a coligação com o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), e lançou um nome próprio para o governo estadual. "A decisão é de um partido que quer ter palanque o maior estado da federação. Não podemos ficar a reboque de candidatos que só apoiam o Alckmin", disse o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Será uma chapa puro-sangue pedetista, encabeçada pelo ex-prefeito de Suzano, Marcelo Candido. Sua candidata a vice será a sindicalista Gleides Sodré, presidente da Associação Mulher Trabalhista. Para o Senado, a sigla lança Antonio Neto, presidente licenciado da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

A decisão foi em reunião do diretório estadual do PDT neste domingo (5). Será uma chapa puro-sangue pedetista, encabeçada pelo ex-prefeito de Suzano, Marcelo Candido. Sua candidata a vice será a sindicalista Gleides Sodré, presidente da Associação Mulher Trabalhista. Para o Senado, a sigla lança Antonio Neto, presidente licenciado da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

A sigla não terá aliados; segundo Lupi, não há mais tempo para angariar apoios. O presidente do PDT telefonou para Márcio França neste domingo para comunicá-lo da decisão. No sábado (4), o governador disse que já esperava perder o apoio da legenda em sua coligação, mas que considerava uma candidatura própria dos pedetistas improvável.

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O PDT anunciou o apoio a Márcio França uma semana antes de o PSB, em consenso com o PT, decidir não apoiar nenhum presidenciável. Os pedetistas indicaram que gostariam de emplacar o vice ou um dos candidatos a senador na chapa do governador, o que não aconteceu. Candido era um dos nomes oferecidos pelo PDT.

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