PDT à espera de Dilma
O deputado Paulo Rubem Santiago revela a ansiedade vivenciada pelos pedetistas com a possibilidade de o partido retornar ao Ministrio do Trabalho; a expectativa por um sinal positivo da presidente grande
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Beatriz Braga_ PE247 - Em meio a tantas especulações, a única coisa que o PDT pode confirmar até agora é que segue esperando por um gesto da presidente Dilma Rousseff (PT), no que diz respeito à possibilidade de regresso da legenda ao comando do Ministério do Trabalho. “Não tomamos nenhuma decisão, até porque isso só pode ser decidido em uma reunião do diretório, estamos esperando Dilma voltar (de Cuba) e aguardamos um convite para ocupar o Ministério do Trabalho novamente”, declarou o deputado federal Paulo Rubem Santiago.
Os possíveis nomes, segundo o parlamentar, que podem ser indicados para o comando da pasta seriam os de Manuel Dias (secretário-geral) e os dos deputados Vieira da Cunha (RS) e Brizola Neto (RJ). A pasta, hoje, está sob responsabilidade interina de Paulo Roberto dos Santos Pinto, que substituiu o ex- ministro Carlos Lupi, após uma sequência de denúncias de irregularidades.
Paulo Rubem disse ainda descartou a possibilidade de um racha ou conflito interno no PDT, em referência às disputas que estariam sendo travadas pelo comando da legenda. No entanto, houve alguns focos de desacordo na reunião do partido, na última segunda-feira (30), a primeira desde que Lupi voltou à presidência da sigla. O Movimento de Resistência Leonel Brizola e alguns outros parlamentares se mostraram contra o retorno do ex-ministro, especialmente por ser ano eleitoral.
Recife
Paulo Rubem comentou também sobre a possibilidade de o PDT lançar o seu nome nas eleições municipais deste ano no Recife, destacando que a instabilidade pela qual o PT vem passando na capital tem permitido o fortalecimento de alternativas à candidatura do prefeito João da Costa. “Se o próprio PT não apoia João da Costa, por que outro partido tem que apoiar? Se não o PT estava fechado apoiando o prefeito. É um sinal que existe algum problema”, contestou.
O PDT deve seguir as costuras políticas para viabilizar a candidatura do deputado. Rubem lembrou, ainda, da época em que o atual governador de Pernambuco subiu ao Palácio das Princesas pela primeira vez. “Como Eduardo Campos (PSB) fez em 2006, com uma campanha criativa e nenhum problema com o PT”, contemporizou.
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