Paulão: “Com o aval de Temer, projeto de Serra quebrou a Petrobras”

O deputado federal Paulão (PT-AL) diz que o projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP) de mandar o petróleo bruto para as refinarias dos Estados Unidos quebrou a Petrobras; “por que a receita do pré-sal deixou de vir para a Petrobras e passou para grandes corporações estrangeiras. O Serra e o Pedro Parente atuaram em comum acordo para favorecer por razões inconfessáveis”, acusou

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paulão (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 - O governo “ilegítimo de Temer”, segundo o deputado federal Paulão (PT), não fala a verdade para população sobre as razões dos altos impostos dos combustíveis, que encarecem o produto nas bombas para o consumidor final.

Em pronunciamento na Câmara dos Deputados, Paulão disse que a causa está operação que o governo faz de mandar o petróleo bruto para as refinarias dos Estados Unidos por força de um projeto de lei do senador José Serra (PSDB_SP), que entregou as jazidas do pré sal as multinacionais, em detrimento do caixa da Petrobras.

Quebrou – Para ele o desmonte da Petrobrás deve ser debitado na conta do senador tucano que brigou para aprovar o projeto no Congresso.. “Foi aí que quebrou tudo, por que a receita do pré sal deixou de vir para os cofres da Petrobras e passou para grandes corporações estrangeiras. O Serra e o Pedro Parente atuaram em comum acordo para favorecer o mercado internacional por razões inconfessáveis”, declarou.

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Parente, observou Paulão, sempre foi conhecido como um agente das empresas multinacionais, patrocinado pelo Banco Itaú. “Fazem tudo isso sob os afagos de uma elite de mercado ávida por facilidades e vantagens nesse meio”, sustentou.

Diesel -Exatamente por conta dessa situação, de acordo com o deputado, 50% das refinarias do Brasil estão ociosas. A partir do momento que o pré sal foi entregue as multinacionais, o Brasil manda o petróleo bruto para ser refinado nos Estados Unidos, em detrimento das refinarias do País. “Quando o produto volta em forma de Diesel aí os custos para o brasileiro sobem de forma absurda em função da carga tributária perversa”, observou Paulão.

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Para o deputado petista, o fundamental agora é mobilizar o País para que o próximo governo tenha como prioridade absoluta uma reforma tributária que livre o povo mais pobre de pagar tanto imposto. “Nossa carga tributária privilegia os ricos, como os grandes transportadores, banqueiros, megaempresários, entre outros e massacra o assalariado, o pequeno e o micro empresário. Isso é que é injusto e faz-se necessário rever essa situação com urgência”, assinalou Paulão.

Caminhoneiros – Ao fazer uma leitura da greve dos caminhoneiros que paralisou e desabasteceu o País, o deputado federal Paulão (PT-AL) disse na Câmara dos Deputados que o movimento foi controlado em sua maioria pelas grandes transportadoras, que detêm 60% dos caminhões do País.

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“Os outros 40% são caminhoneiros autônomos que, em dificuldade, sequer têm dinheiro para pagar a prestação do carro que comprou. A esses o nosso apoio sem problema, mas nunca ao locaute empresários que se mobilizou na pauta única da alíquota zero de impostos do Diesel, entre outras vantagens, e muita gente sem noção aplaudiu”, destacou o deputado.

A luta, para o deputado, teria que ser contra os impostos abusivos dos combustíveis em geral, principalmente da gasolina e do gás de cozinha que atingem a toda população, sobretudo os mais pobres que pagam o pato criado pelo governo. “Daí a necessidade de uma campanha forte por uma reforma tributária que livre o povo pobre do Brasil dessa carga tributária injusta”, concluiu Paulão.

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