Patrus vai denunciar Lacerda por abuso de poder
O petista se refere à publicação da prefeitura, no dia 12 último, de um edital convocando 272 famílias para receber, até esta quinta-feira (20), auxílio financeiro para cobrir estragos provocados pela chuva do início do ano; Patrus disse que a atual administração tem feito "um número de decisões, licitações, promessas, acertos de última hora e nomeações que mostram que o que não foi feito em quatro anos ele (Lacerda) está tentando fazer em dois meses
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Minas 247
A campanha pela Prefeitura de Belo Horizonte vai ganhando perfil judicial, assim como em Salvador, devido ao número de ações e denúncias oferecidas à Justiça Eleitoral entre os adversários. Depois de denunciar o prefeito candidato à reeleição Marcio Lacerda (PSB), o petista Patrus Ananias vai acioná-lo por ações do governo municipal que supostamente podem beneficiar sua campanha.
Patrus disse que a atual administração tem feito "um número de decisões, licitações, promessas, acertos de última hora e nomeações que mostram que o que não foi feito em quatro anos ele (Lacerda) está tentando fazer em dois meses".
O petista se refere à publicação da prefeitura, no dia 12 último, de um edital convocando 272 famílias para receber, até esta quinta-feira (20), auxílio financeiro para cobrir estragos provocados pela chuva do início do ano.
O pagamento desse benefício foi regulamentado por decreto publicado em março. Os valores repassados para as famílias atingidas pelas enchentes variam de R$ 500 para danos leves e até R$ 2 mil para estragos leves e moderados.
O vice-prefeito Roberto Carvalho (PT), que agora é oposição ao prefeito e coordenador-geral da campanha de Patrus, disse que a coligação vai representar contra Lacerda na Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico.
Para ele, a decisão de pagar essa ajuda às vésperas da eleição além de ser eleitoreira, demonstra ausência de gestão. "Isso revela a total incompetência dessa gestão e também o desespero, que faz com que a máquina seja usada de maneira absurda". Carvalho admite, contudo, que o benefício é justo, mas pondera que deveria ter sido pago antes do início oficial da campanha.
"Esse acúmulo de vamos fazer, de compromissos e de apostas no futuro mostra o fracasso de uma administração que não cumpriu seus compromissos nos quatro anos e agora está jogando para os próximos, mas nos próximos Belo Horizonte terá uma nova gestão", avaliou Patrus.
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