Passeata 16 de Maio: 'ACM Neto reproduz o mesmo modelo do avô', diz Marta

Após "declarações caluniosas" de vereadores da bancada do prefeito ACM Neto (DEM) sobre o governador Rui Costa (PT), nesta terça-feira, na Câmara Municipal, a vereadora Marta Rodrigues (PT) lembrou do "fatídico episódio de censura, repressão e violência promovido pelo então senador Antônio Carlos Magalhães", no dia 16 de maio de 2001, em Salvador; "Hoje completam 16 anos deste triste acontecimento. De maneira caluniosa falam de Rui, mas muitos desses que estão falando foram aliados e apoiadores do senador que mandou o batalhão da PM baiana espancar estudantes e manifestantes que protestavam contra a violação cometida por ele ao painel eletrônico do Senado. A violação foi tão grave que para não ser cassado, precisou renunciar", disse Marta

Após "declarações caluniosas" de vereadores da bancada do prefeito ACM Neto (DEM) sobre o governador Rui Costa (PT), nesta terça-feira, na Câmara Municipal, a vereadora Marta Rodrigues (PT) lembrou do "fatídico episódio de censura, repressão e violência promovido pelo então senador Antônio Carlos Magalhães", no dia 16 de maio de 2001, em Salvador; "Hoje completam 16 anos deste triste acontecimento. De maneira caluniosa falam de Rui, mas muitos desses que estão falando foram aliados e apoiadores do senador que mandou o batalhão da PM baiana espancar estudantes e manifestantes que protestavam contra a violação cometida por ele ao painel eletrônico do Senado. A violação foi tão grave que para não ser cassado, precisou renunciar", disse Marta
Após "declarações caluniosas" de vereadores da bancada do prefeito ACM Neto (DEM) sobre o governador Rui Costa (PT), nesta terça-feira, na Câmara Municipal, a vereadora Marta Rodrigues (PT) lembrou do "fatídico episódio de censura, repressão e violência promovido pelo então senador Antônio Carlos Magalhães", no dia 16 de maio de 2001, em Salvador; "Hoje completam 16 anos deste triste acontecimento. De maneira caluniosa falam de Rui, mas muitos desses que estão falando foram aliados e apoiadores do senador que mandou o batalhão da PM baiana espancar estudantes e manifestantes que protestavam contra a violação cometida por ele ao painel eletrônico do Senado. A violação foi tão grave que para não ser cassado, precisou renunciar", disse Marta (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - Após "declarações caluniosas" de membros da bancada do prefeito ACM Neto (DEM) sobre o governador Rui Costa (PT), na tarde desta terça-feira (16), na Câmara Municipal de Salvador, a vereadora Marta Rodrigues (PT) lembrou do "fatídico episódio de censura, repressão e violência promovido pelo então senador Antônio Carlos Magalhães", no dia 16 de maio de 2001, em Salvador.

O caso teve grande repercussão nacional, não só pela violência cometida pelos policiais militares contra os manifestantes, mas devido ao fato de a PM da Bahia – então governada por Cesar Borges, aliado do ex-senador – ter invadido área federal, no caso a Universidade Federal da Bahia.

"Hoje completam 16 anos deste triste acontecimento. De maneira caluniosa falam de Rui, mas muitos desses que estão falando foram aliados e apoiadores do senador que mandou o batalhão da PM baiana espancar estudantes e manifestantes que protestavam contra a violação cometida por ele ao painel eletrônico do Senado. A violação foi tão grave que para não ser cassado, precisou renunciar", disse Marta.

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Marta destacou que "graças ao governador Rui Costa" as manifestações populares podem ser realizadas na Bahia sem repressão e violência, "marcas do velho ACM avô".

"Então, não adianta vir para esta Câmara para fazer demagogia e proselitismo político. Temos que lembrar que hoje, com Rui, vivemos de fato uma democracia no nosso Estado e todos tem o direito de manifestação, ao contrário do que pregava o falecido senador e o seu neto, que age de maneira tão autoritária quanto", criticou.

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O fato aconteceu nas proximidades do viaduto Nelson Sampaio. Na ocasião, a PM tentou desalojar as barricadas dos estudantes e invadiram algumas faculdades como a de Direito, Administração e Medicina, e os Institutos de Educação e de Ciências da Saúde. "A truculência ficou evidente. Nós temos muito que agradecer por termos livrado a Bahia das mãos do carlismo", declarou Marta.

"Passeata 16 de Maio"

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No dia 16 de maio de 2001, estudantes secundaristas, universitários e demais manifestantes, na tentativa de exercer o livre direito de manifestação, foram repreendidos na altura do Vale do Canela por ordem da Secretaria de Segurança Pública e do então governador da Bahia, Cesar Borges. Eles pretendiam seguir até o edifício do senador ACM para um ato simbólico, mas foram dispersados com violência e gás lacrimogêneo.

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