Para Jaques Wagner, o que país menos precisa é de divisão no campo progressista

O ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) defendeu a união da esquerda e afirmou, no Twitter, que no momento atual o que o Brasil menos precisa é de divisão no campo progressista; "O que o país menos precisa neste momento tão conturbado, de escalada da intolerância, é de mais divisões, principalmente no campo progressista e popular", postou

Brasília - O ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, fala sobre o rompimento do PMDB com o governo (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, fala sobre o rompimento do PMDB com o governo (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) defendeu nesta quinta-feria a união da esquerda e afirmou, em uma postagem no Twitter, que no momento atual o que o Brasil menos precisa é de divisão no campo progressista.

O petista argumentou ainda que a "boa política" é construída a partir de somas e não divisões, além de afirmar que o diálogo com setores da esquerda e de outras tendências políticas proporcionou "conquistas e avanços".

"Defende que caminhemos unidos porque assim teremos muito mais condições de derrotar as forças do atraso e de ensinar à direita e à extrema-direita que um país melhor só pode ser alcançado com ideias, propostas e argumentos, não com ódio e violência", disse o ex-governador no Twitter.

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"O que o país menos precisa neste momento tão conturbado, de escalada da intolerância, é de mais divisões, principalmente no campo progressista e popular", defendeu.

Wagner, assim como o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad —dois nomes cotados para disputar o Planalto pelo PT, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de concorrer— defendem diálogo e união com todo o campo da esquerda.

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O ex-governador da Bahia chegou a defender publicamente um apoio a Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT, mesmo que seja favorável à estratégia do partido de por ora não admitir outra candidatura que não a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Haddad também vem travando conversas para "deixar os canais abertos", com aval de Lula, com outros partidos como o PDT de Ciro e também o PSB, que deve trazer como candidato o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, com relevante potencial eleitoral.

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Reportagem de Maria Carolina Marcello

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