Paim: Senado não pode ser Judas nem Pilatos na reforma trabalhista

Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira 23 que vai apontar diversas inconstitucionalidades na reforma trabalhista durante a discussão do mérito na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prevista para a próxima semana; segundo ele, o Senado não pode se comportar nem como "Judas, traindo o povo", nem como "Pôncio Pilatos, lavando as mãos" e aprovando o texto da Câmara

Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira 23 que vai apontar diversas inconstitucionalidades na reforma trabalhista durante a discussão do mérito na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prevista para a próxima semana; segundo ele, o Senado não pode se comportar nem como "Judas, traindo o povo", nem como "Pôncio Pilatos, lavando as mãos" e aprovando o texto da Câmara
Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira 23 que vai apontar diversas inconstitucionalidades na reforma trabalhista durante a discussão do mérito na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prevista para a próxima semana; segundo ele, o Senado não pode se comportar nem como "Judas, traindo o povo", nem como "Pôncio Pilatos, lavando as mãos" e aprovando o texto da Câmara (Foto: Gisele Federicce)


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Rio Grande do Sul 247 - O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira 23 que vai apontar diversas inconstitucionalidades na reforma trabalhista (PLC 38/2017), durante a discussão do mérito na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prevista para a próxima semana.

Segundo ele, o Senado não pode se comportar nem como "Judas, traindo o povo", nem como "Pôncio Pilatos, lavando as mãos" e aprovando o texto da Câmara. Segundo ele, "há dezenas de posições neste projeto que veio da Câmara que são totalmente inconstitucionais".

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