‘Orçamento de Palmas tem grande chance de ser votado só em 2018’
Todas as peças orçamentárias da Capital já foram apresentadas à Câmara pela prefeitura, entretanto, há pouco mais de uma semana do fim do ano, nenhuma delas foi votada ainda; o presidente da Câmara dos Vereadores de Palmas, Folha Filho (PSD), admitiu ser "grande" a possibilidade de as matérias apresentadas à Casa pela prefeitura serem analisadas em 2018; para aprovar o Orçamento do próximo ano e o Plano Plurianual, a Casa das Leis precisa apreciar as diretrizes orçamentárias, em tramitação nas comissões; "Não foram votadas [as peças orçamentárias]. Tem uns vetos trancando a pauta e não está havendo acordo para a votação. Não conseguimos, mas estamos conversando. Este é o primeiro ponto, depois tem que votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)", disse o presidente da Casa
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Tocantins 247 - Todas as peças orçamentárias da Capital já foram apresentadas à Câmara pela prefeitura, entretanto, há pouco mais de uma semana do fim do ano, nenhuma delas foi votada ainda. O presidente da Câmara dos Vereadores de Palmas, Folha Filho (PSD), admitiu ser "grande" a possibilidade de as matérias apresentadas à Casa pela prefeitura serem analisadas em 2018. Para aprovar o Orçamento do próximo ano e o Plano Plurianual, a Casa das Leis precisa apreciar as diretrizes orçamentárias, em tramitação nas comissões.
"Não foram votadas [as peças orçamentárias]. Tem uns vetos trancando a pauta e não está havendo acordo para a votação. Não conseguimos, mas estamos conversando. Este é o primeiro ponto, depois tem que votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)", disse o presidente da Casa.
Segundo Folha Filho, a LDO não está pronta para a votação e tramita nas comissões. "A Mesa Diretora ainda não recebeu a matéria", diz.
Sobre a votação do Orçamento, o parlamentar confirmou que "a chance de ficar para o ano que vem é grande, mas no começo do ano talvez a gente já consiga fazer o entendimento e votar", acrescentou.
Em nota, enviada por meio de sua assessoria, o vereador Júnior Geo culpou a base do prefeito Carlos Amastha (PSB) pela demora na análise das matérias. Segundo cálculo do oposicionista, nove parlamentares são governistas e 10 estão na oposição. Governistas chegaram a ter 13 das 19 cadeiras da Casa de Leis, o que foi se deteriorando no decorrer do mandato do prefeito.
Levantamento feito feito pelo site do Cleber Toledo apontou que, após a polêmica aprovação das emendas impositivas, a qual o Executivo era contrário -, a Câmara ficou com 9 opositores: Júnior Geo, Rogério Freitas (PMDB), Léo Barbosa (SD), Diogo Fernandes (PSD), Lúcio Campelo (PR), Ivory de Lira (PPL), Milton Neris (PP), Filipe Fernandes (PSDC), e Vandim da Cerâmica (PSDC).
O restante da Câmara ficou divida em dois grupos. Num deles estão os que apoiam Amastha - Folha Filho, Tiago Andrino (PSB), Major Negreiros (PSB), Gerson Alves (PSL) e Laudecy Coimbra (SD).
No outro estão os independentes - Felipe Martins (PDT), Etinho Nordeste (PTB), Vanda Monteiro (PSL), Jucelino Rodrigues (PTC) e Marilon Barbosa (PSB).
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247