Obras do BRT da capital quase paradas

Transporte Rápido por Ônibus (BRT, na sigla em inglês), apontado na última campanha eleitoral como solução para parte relevante dos problemas no trânsito de Belo Horizonte, segue em marcha lenta. Poucos homens trabalham e alguns pontos da obra estão ainda sem intervenção

Obras do BRT da capital quase paradas
Obras do BRT da capital quase paradas (Foto: Nitro Imagens)


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Minas 247 - O Transporte Rápido por Ônibus (BRT, na sigla em inglês) foi considerado pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB), na última campanha eleitoral, como a melhor solução para os problemas viários de Belo Horizonte. O BRT, basicamente corredores por onde circulam os ônibus coletivos, é uma alternativa mais barata do que o metrô, daí ter sido escolhido por várias cidades do mundo. Mas, na capital mineira, as obras seguem em marcha lenta, com poucos homens trabalhando. Alguns pontos da obra estão ainda sem intervenção.

Leia trecho da matéria de Pedro Rotterdan, do jornal Hoje em Dia:

As obras do BRT (sigla em inglês para Transporte Rápido por Ônibus) seguem a passos lentos, com poucos homens trabalhando e serviços parados. No Centro de Belo Horizonte e na avenida Cristiano Machado, os trabalhos estão mais adiantados do que nas avenidas Pedro I e Antônio Carlos.

A intervenção na Pedro I foi dividida em três partes. Uma, na interseção com a avenida Vilarinho; outra, no meio da via; a última, na divisa com a Antônio Carlos. Na terceira, apesar de a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura informar que estão sendo construídas estações de transição, a equipe do Hoje em Dia encontrou, por volta das 13h40 de ontem, apenas dois operários plantando grama.

No meio da avenida, que está sendo duplicada, as obras pararam devido a um entrave nas desapropriações. Os moradores entendem que a Prefeitura de Belo Horizonte poderia oferecer mais dinheiro pelos terrenos.

“Além disso, não sabemos se vão demolir as casas parcialmente ou por completo. Isso está atrapalhando”, diz a presidente da Associação dos Moradores das avenidas Pedro I, Vilarinho e Adjacências, Ana Cristina Campos Drumond. A previsão é a de que os dois lados façam uma reunião após 25 de janeiro.

Os únicos trechos onde a equipe do Hoje em Dia encontrou funcionários trabalhando com frequência foram na interseção da Pedro I com Vilarinho e na Cristiano Machado, na altura do Minas Shopping.

No entanto, o número de operários deixa intrigados os moradores das regiões, que querem o fim da obra o quanto antes.

“Estão muito devagar e, na minha opinião, tinham que colocar mais gente”, diz o vendedor Antônio Eustáquio Silva, de 55 anos, que mora na Cidade Nova. A secretaria não se manifestou sobre a quantidade de funcionários nas obras.

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