O fim do dinheiro fácil

Juros devem se manter baixos ao longo de 2013. Ou seja: para lucrar, será preciso arriscar

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A estabilidade da taxa básica de juros, a Selic, por "tempo suficientemente prolongado" é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear (com reversões temporárias).

A avaliação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que decidiu manter a Selic em 7,25%, o nível mais baixo da história do Copom, criado em junho de 1996.

A taxa básica vinha sendo reduzida desde agosto de 2011, mas, na reunião da semana passada, o comitê decidiu interromper o processo de cortes.

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Segundo o Copom, para tomar essa decisão foram considerados o balanço de riscos para a inflação, a recuperação da atividade doméstica e a complexidade do ambiente internacional.

Cabe ao BC perseguir a meta de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Essa meta tem como centro 4,5% e margem de 2 pontos percentuais para mais ou pra menos.

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Isso significa a consolidação da política de juros baixos no País, o que terá grandes efeitos para os investidores. Aplicações de renda fixa tendem a ser cada vez menos vantajosas e para multiplicar o capital será necessário assumir mais riscos.

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