O Brasil é muito maior que o medo e o ódio, diz Manuela D’Ávila

“O medo e o ódio não são propostas para sair da crise que o Brasil vive”, disse a deputada estadual, pré-candidata à presidência da República, em referência a um provável adversário na disputa, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); para ela, uma candidatura de extrema direita como a dele serve para impulsionar uma alternativa de centro; “O Alckmin, por exemplo, não é um candidato de centro, mas, diante do Bolsonaro, ele pode parecer”, avalia, em entrevista à Veja

“O medo e o ódio não são propostas para sair da crise que o Brasil vive”, disse a deputada estadual, pré-candidata à presidência da República, em referência a um provável adversário na disputa, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); para ela, uma candidatura de extrema direita como a dele serve para impulsionar uma alternativa de centro; “O Alckmin, por exemplo, não é um candidato de centro, mas, diante do Bolsonaro, ele pode parecer”, avalia, em entrevista à Veja
“O medo e o ódio não são propostas para sair da crise que o Brasil vive”, disse a deputada estadual, pré-candidata à presidência da República, em referência a um provável adversário na disputa, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); para ela, uma candidatura de extrema direita como a dele serve para impulsionar uma alternativa de centro; “O Alckmin, por exemplo, não é um candidato de centro, mas, diante do Bolsonaro, ele pode parecer”, avalia, em entrevista à Veja (Foto: Gisele Federicce)


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Rio Grande do Sul 247 - Deputada estadual e pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, Manuela D´Ávila acredita que "o Brasil é muito maior que o medo e o ódio".

'O governo do PCdoB será um governo amplo, que reúna setores, dialoga e constrói saídas que passam pela ideia de que é possível fazer do Brasil um grande país. Acredito nisso. O Brasil é muito maior do que o medo e o ódio que tentam plantar nos nossos corações", promete, em entrevista à Veja.

“O medo e o ódio não são propostas para sair da crise que o Brasil vive”, acrescenta, em referência a um provável adversário na disputa, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

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Para ela, uma candidatura de extrema direita como a dele serve para impulsionar uma alternativa de centro. “O Alckmin, por exemplo, não é um candidato de centro, mas, diante do Bolsonaro, ele pode parecer”, avalia.

Manuela acredita que a ausência do ex-presidente Lula na disputa agravaria a crise política no País. Questionada se acredita que ele não cometeu crimes, respondeu: "Eu não sou juíza, mas, se ele cometeu crimes, é preciso que haja provas. O Lula e qualquer brasileiro têm que ser julgados pela lei, é isso que garante a democracia e a existência das nossas instituições. Enquanto não apresentarem uma prova de que ele cometeu crime, ele não cometeu crime. É assim com ele e deve ser assim como todos".

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