No RS, Dilma discute mobilidade e bate em FHC

Presidente disse que está debatendo com o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), sobre a implantação do metrô na capital, sob um investimento de R$ 2,3 bilhões; Dilma aproveitou para ressaltar a criação de empregos na gestão do PT e atacou, indiretamente, o governo FHC; segundo ela, em seis meses, foram criados 826,2 mil postos de trabalho, enquanto que governos anteriores demoraram quatro anos para gerar esta quantidade de empregos

No RS, Dilma discute mobilidade e bate em FHC
No RS, Dilma discute mobilidade e bate em FHC (Foto: Antonio Cruz)


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RS247 – Em vista ao Rio Grande do Sul, a presidente Dilma Rousseff (PT) falou sobre a importância do metrô para Porto Alegre e revelou, também, que não anunciará obras nesta sexta-feira (9). A chefe do Executivo federal disse que está debatendo com o prefeito José Fortunati (PDT) sobre a implantação do metrô na capital gaúcha, que terá 11,7 quilômetros, com um investimento de R$ 2,3 bilhões. E, visando o pleito presidencial de 2014, Dilma aproveitou a oportunidade para ressaltar a criação de empregos gestão do PT e atacou, indiretamente, o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

A primeira preocupação da petista é discutir quanto deste valor será obtido por meio de financiamento e quanto emanará do orçamento geral da União. Os recursos que sairão da União integram o pacote de R$ 50 bilhões anunciados pela presidente no dia 24 de junho, após um magaprotesto, quatro dias antes, que ocorreu em várias cidades brasileiras, tendo como mote a redução das tarifas de ônibus e mais investimentos em mobilidade urbana.

No caso do metrô de Porto Alegre, conforme o acordo entre os executivos federal, estadual e municipal em relação ao projeto inicial, feito em 2009, o Governo Federal assegurou R$ 1 bilhão, além de R$ 750 milhões em financiamentos para a implementação do metrô, que estaria orçado em R$ 2,4 bilhões, com 14 km de extensão.

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Com relação à Ponte Iguaíba, Dilma assegurou que as obras terão início até junho de 2014, em entrevista coletiva às emissoras de rádio de Porto Alegre. "Sei da importância da ponte para o Rio Grande do Sul e para ligação daquela região com o restante do Estado", disse. "Nós vamos licitar em RDC (Regime Diferenciado de Contratações) integrado", observou. Conforme o RDC, os projetos básico e executivo ficam sob a responsabilidade da empresa para dar mais agilidade ao andamento da obra. "Esta é uma obra complexa e vai exigir, obviamente, um excelente projeto de engenharia", acrescentou.

Ainda em Porto Alegre, Dilma ressaltou, novamente, a geração de empregos na gestão petista. De acordo com ela, em seis meses foram criados 826,2 mil postos de trabalho, enquanto que governos anteriores (numa referência ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB), demoraram quatro anos para gerar esta quantidade de empregos.

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"Nós somos capazes de criar em seis meses 826 mil empregos, em quatro anos 4,4 milhões de empregos (...) estou pronta para defender o meu governo e dizer o seguinte: taxa de desemprego de 6%, é escandaloso que alguém diga que o desemprego cresceu. Sabe quanto oscilou no último mês, o,1 (...) o fato é que o Brasil nunca teve uma taxa tão baixa de desemprego", afirmou.

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