No lançamento de sua candidatura, Tasso propõe reformular código de ética do PSDB

Em busca de parcela do eleitorado perdido com o apoio ao governo Temer e o envolvimento em vários escândalos de corrupção o senador Tasso Jereissati propôs hoje a reformulação do código de ética do PSDB, no lançamento da sua candidatura à presidência nacional do partido. Tasso vai disputar a presidência com o governador de Goiás, Marconi Perilo. O senador oficializou a candidatura na manhã de hoje, em ato no Senado Federal, com a presença de 14 deputados e seis senadores peessedebistas

Tasso Jereissati
Tasso Jereissati (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - Em busca de parcela do eleitorado conservador perdido com o apoio a governo de Temer, o senador Tasso Jereissati propôs hoje a reformulação do código de ética do PSDB, no lançamento da sua candidatura à presidência nacional do partido, numa disputa com o governador de Goiás, Marconi Perilo. O senador oficializou a candidatura na manhã de hoje, em ato no Senado Federal, com a presença de 14 deputados e seis senadores peessedebistas.

Uma parte dos parlamentares do PSDB ameaçou deixar o partido, caso o senador assuma o posto de presidente de forma definitiva em 2018. O PSDB tem 47 deputados federais e 12 senadores.

A candidatura de Tasso é um racha do partido entre os que defendem a permanência no governo Temer, no qual o PSDB tem quatro ministros e os que querem desembarcar para tentar minimizar o desgaste do partido, que apoiou o golpe e apóia as medidas antipopulares e Temer.  Em seu discurso, Tasso minimizou o envolvimento de vários quadros do PSDB com inúmeros escândalos de corrupção e atacou fortemente o PMDB e o PT.

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Tasso, que tem o apoio também de uma parcela dos intelectualizais ligados ao PSDB, anunciou que irá apresentar na convenção do próximo dia 9 de dezembro, quando vai ser eleita a nova direção, uma proposta inicial de um programa de governo para servir de base para a eleição de 2018.

Ontem, em reunião com o também candidato Marconi Perilo, Tasso não aceitou a tese de revezar a presidência do partido com o colga tucano, mas admitiu discutir com ele a possibilidade de encurtar o mandato de dois anos. 

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Dizendo que seu nome tem o objetivo de unir o partido, Tasso disse que o PSDB tem que ficar próximo do povo. "Estou colocando meu nome não é para rachar, é para unir. Mas não adianta unir aqui e ficar distante do povo. Temos que ficar conectados com a população, que é tudo que um partido político precisa".

 

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