Nível de emprego cai no estado de Pernambuco
A reduo foi registrada no ms de fevereiro, provocada pelo fim da safra da cana de acar, mas o nmero no preocupa, j que no ltimo ano, o Estado esteve no topo do ranking da gerao de emprego no Nordeste. O saldo dos ltimos doze meses de 89,5 mil postos de trabalho, um crescimento de 7,52%
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Beatriz Braga _PE247 - Apesar da diversificação e do crescimento econômico de Pernambuco, a safra da cana-de-açúcar continua a influenciar as taxas de emprego do Estado. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, ontem (16), o fim da safra, que acontece naturalmente nos meses de fevereiro e março, implicou no déficit de 3.395 empregos formais nas indústria e 1.819 no campo no último mês, deixando Pernambuco na lanterna da lista do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged) durante o período. Apesar disto, o nível de emprego nos últimos doze meses cresceu 7,52%.
Apesar da redução registrada de 0,30% na taxa de empregos formais em fevereiro, não há motivos para preocupação, já que a baixa é esperada nessa época. Nos últimos doze meses, Pernambuco esteve no primeiro lugar da lista de geração de empregos do Nordeste, registrando uma alta de 7,52% de empregos formais, o que corresponde a um saldo de 89.527 postos de trabalho. Mesmo assim, desde 2003, apenas o ano passado comemorou resultados positivos em fevereiro.
A cidade mais afetada pela baixa foi Igarassu, na Mata Norte pernambucana, com redução de 2.362 vagas (14,57%). Os números relativos à Região Metropolitana do Recife (RMR) foram considerados equilibrados, registrando uma redução de 283 postos de trabalho (0,03%). Recife, por sua, vez gerou um bom saldo de criação de postos, 1068, seguida pelos municípios de Jaboatão (939), Ipojuca (396) e Olinda (347).
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