Na Saúde, gestão Doria abusa de exageros, manobras e tem pouca realização
O prefeito de São Paulo utilizou de desinformação para anunciar que havia zerado filas de exames médicos e que atingiu estoque de medicamentos de 90%; a fila real de paulistanos esperando por exames em abril de 2017 tinha 88 mil remanescentes do Corujão e 120 mil pessoas esperando por outros exames; reportagem da Rede Brasil Atual
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Os primeiros seis meses de gestão de João Doria (PSDB) na capital paulista foram marcados pelo marketing exagerado, pelo populismo e por poucos projetos efetivamente desenvolvidos. Na saúde, o prefeito de São Paulo escancarou manobras para amplificar as ações propostas.
Aceitou doação de medicamentos de grandes laboratórios – muitos deles já perto do vencimento, livrando-os do custo de descarte e desonerando impostos. Tamém anunciou o fim da fila de exames, em abril, apesar de ainda haver milhares de pessoas aguardando por procedimentos.
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