MST ocupa sede do Incra-Ce

Cerca de 700 trabalhadores/as do Movimento dos Trabalhadores/as Rurais Sem Terra (MST), ocuparam o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ceará, na madrugada desta segunda-feira (16). A ação faz parte da jornada nacional de luta pela Reforma Agrária  que acontece no Brasil inteiro, com o objetivo de denunciar a retirada de direitos dos trabalhadores do campo e exigir a recomposição do orçamento destinado para a Reforma Agrária e para a Agricultura Familiar e Camponesa  

Cerca de 700 trabalhadores/as do Movimento dos Trabalhadores/as Rurais Sem Terra (MST), ocuparam o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ceará, na madrugada desta segunda-feira (16). A ação faz parte da jornada nacional de luta pela Reforma Agrária  que acontece no Brasil inteiro, com o objetivo de denunciar a retirada de direitos dos trabalhadores do campo e exigir a recomposição do orçamento destinado para a Reforma Agrária e para a Agricultura Familiar e Camponesa
 
Cerca de 700 trabalhadores/as do Movimento dos Trabalhadores/as Rurais Sem Terra (MST), ocuparam o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ceará, na madrugada desta segunda-feira (16). A ação faz parte da jornada nacional de luta pela Reforma Agrária  que acontece no Brasil inteiro, com o objetivo de denunciar a retirada de direitos dos trabalhadores do campo e exigir a recomposição do orçamento destinado para a Reforma Agrária e para a Agricultura Familiar e Camponesa   (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - Na madrugada desta segunda-feira, 16, cerca de 700 trabalhadores/as do Movimento dos Trabalhadores/as Rurais Sem Terra (MST), ocuparam o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ceará. A ação faz parte da jornada nacional de luta pela Reforma Agrária que acontece no Brasil inteiro, com o objetivo de denunciar a retirada de direitos dos trabalhadores do campo e exigir a recomposição do orçamento destinado para a Reforma Agrária e para a Agricultura Familiar e Camponesa.

As reivindicações são principalmente denunciando a retirada de direitos da classe trabalhadora, o retrocesso na reforma da previdência rural, o bloqueio da reforma agrária, a titulação dos assentamentos, os cortes no orçamento de 2018 infraestrutura para os assentamentos, obtenção de novas áreas a fins de reforma agrária, habitação, fomento mulher, liberação de recursos para o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), entre outras pautas de infraestrutura para os assentamentos, como projetos produtivos, construção de novas escolas do campo, infraestrutura hídrica, entre outros.

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