MST diz que manterá preço justo por arroz de assentamento

O MST anunciou que manterá a produção feita por agricultores a um "preço justo" do arroz. O custo do alimento aumentou - um saco de 5 quilos geralmente é vendido em torno de R$ 15, mas chegou valer R$ 40 em algumas localidades no País. Com estoques no país reduzidos, o MST tem recebido ofertas para vender a saca por até R$ 120

MST diz que não aumentará o preço da saca de arroz
MST diz que não aumentará o preço da saca de arroz (Foto: Alex Garcia/MST)


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247 - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) anunciou que manterá a produção feita por agricultores a um "preço justo" do arroz. O custo do alimento aumentou -  um saco de 5 quilos geralmente é vendido em torno de R$ 15, mas chegou valer R$ 40 em algumas localidades no País. ​Com estoques no país reduzidos, o MST tem recebido ofertas para vender a saca por até R$ 120. Os relatos foram publicados em reportagem do jornal Folha de S.Paulo.

Na última safra, o movimento colheu 15 mil toneladas de arroz orgânico (sem agrotóxicos) produzidas por 364 famílias em 14 assentamentos de 11 cidades do Rio Grande do Sul. Atualmente, o pacote de arroz branco do MST custa R$ 5,50 se adquirido diretamente com as cooperativas. 

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"Preço justo, na nossa compreensão, é quando toda a cadeia é sustentável", disse Emerson Giacomelli, da direção do Grupo Gestor do Arroz Orgânico e da Cootap. "É quando a remuneração é justa para quem produz, beneficia, transporta e revende, chegando no consumidor final com um valor aceitável", acrescentou. 

Na entrevista, Giacomelli afirmou que o MST não venderá uma saca de arroz (50 kg) por até R$ 120. "Recusamos estas propostas porque vamos honrar os contratos para fornecimento de merenda escolar para as prefeituras e garantir a entrega para as feiras, mercados e lojas", disse. 

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