MPL ocupa Câmara de Salvador e exige redução de R$ 0,30 na tarifa
O presidente da Casa, vereador Paulo Câmara (PSDB), se comprometeu a se reunir nesta terça-feira (23), às 14h, com os integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) para apresentar a pauta de votações da sessão de quarta-feira (24), incluindo projetos de mobilidade urbana que tramitam na Casa, de autoria de diversos vereadores.Na terça-feira (23), às 14h, manifestantes e vereadores se reúnem para negociar pauta de reivindicações
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Bahia 247
Um grupo de manifestantes do Movimento Passe Livre decidiu, na tarde desta segunda-feira (22), ocupar as dependências da Câmara Municipal de Salvador para cobrar a intermediação do Legislativo junto à Prefeitura e o apoio dos vereadores à pauta de reivindicações.
O presidente da Casa, vereador Paulo Câmara (PSDB), se comprometeu a se reunir nesta terça-feira (23), às 14h, com os integrantes do MPL para apresentar a pauta de votações da sessão de quarta-feira (24), que será definida na reunião do Colégio de Líderes, às 11h de terça, incluindo projetos de mobilidade urbana que tramitam na Casa, de autoria de diversos vereadores.
O tucano também assumiu o compromisso de tentar intermediar uma audiência do MPL com o prefeito ACM Neto. Paulo Câmara frisou que a Casa estará sempre aberta e receptiva a discutir as reivindicações do movimento, lembrando que no dia 11 de julho realizou audiência pública, com duração de 4,5 horas, para debater a pauta encaminhada ao prefeito e ao governador.
Prioridades
"Mas é preciso ficar claro que o Legislativo não tem competência legal para decretar passe livre ou redução de tarifa, nem nada que gere despesas para o Município porque é inconstitucional. O que podemos é continuar sendo um fórum permanente de discussão, buscando intermediar a negociação, e avaliar a constitucionalidade dos projetos de mobilidade para colocá-los em votação", disse Paulo Câmara.
Os integrantes do MPL entregaram aos vereadores um novo documento, ressaltando os sete itens prioritários, a começar pela redução imediata da tarifa para R$2,50, com o argumento de que a desoneração de impostos federais permite isso. O movimento pede, ainda, a ampliação do Domingo é Meia para os usuários do Salvador Card e o fim da revalidação do Smart Card, entre outras reivindicações.
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