MP-SP denuncia ex-diretor do Metrô-SP por propina R$ 2,5 milhões

Em delação premiada, Jorge Yazbek e Eduardo Maghidman, executivos da Camargo Corrêa, afirmaram que o ex-diretor do Metrô Sérgio Brasil Sérgio Brasil recebeu R$ 2,5 milhões em propina para fraudar a licitação da Linha 5-Lilás do Metrô; segundo Jorge Arnaldo Curi Yazbek, Sérgio Brasil o procurou em 2011. A denúncia aponta que Sérgio Brasil cobrou "vantagens indevidas em razão do contrato assinado" para a obra

Em delação premiada, Jorge Yazbek e Eduardo Maghidman, executivos da Camargo Corrêa, afirmaram que o ex-diretor do Metrô Sérgio Brasil Sérgio Brasil recebeu R$ 2,5 milhões em propina para fraudar a licitação da Linha 5-Lilás do Metrô; segundo Jorge Arnaldo Curi Yazbek, Sérgio Brasil o procurou em 2011. A denúncia aponta que Sérgio Brasil cobrou "vantagens indevidas em razão do contrato assinado" para a obra
Em delação premiada, Jorge Yazbek e Eduardo Maghidman, executivos da Camargo Corrêa, afirmaram que o ex-diretor do Metrô Sérgio Brasil Sérgio Brasil recebeu R$ 2,5 milhões em propina para fraudar a licitação da Linha 5-Lilás do Metrô; segundo Jorge Arnaldo Curi Yazbek, Sérgio Brasil o procurou em 2011. A denúncia aponta que Sérgio Brasil cobrou "vantagens indevidas em razão do contrato assinado" para a obra (Foto: Leonardo Lucena)


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SP 247 - O promotor Marcelo Mendroni, do Ministério Público de São Paulo, denunciou o ex-diretor do Metrô Sérgio Brasil por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Em delação premiada, Jorge Yazbek e Eduardo Maghidman, executivos da Camargo Corrêa, afirmaram que Sérgio Brasil recebeu R$ 2,5 milhões em propina para fraudar a licitação da Linha 5-Lilás do Metrô. A acusação também atinge o empresário Gilmar Alves Tavares, por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

"Sergio Correa Brasil, então gerente de contratações e compras da Companhia do Metropolitano – Metrô, solicitou e recebeu, para si e para outrem, indiretamente, em razão da sua função, vantagem indevida de R$ 2,5 milhões, em dinheiro, para direcionar o edital e favorecer a empresa CCCC no Lote 3 da licitação, em práticas de crimes de formação de cartel e fraude à licitação", acusa o Ministério Público de São Paulo. Os relatos foram publicados no blog do Fausto Macedo.

De acordo com o executivo Jorge Arnaldo Curi Yazbek, Sérgio Brasil o procurou em 2011. A denúncia aponta que Sérgio Brasil cobrou "vantagens indevidas em razão do contrato assinado" para a obra.

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"Trata-se de receber propina da empresa CCCC, tanto pelo direcionamento do edital e facilitação na divisão das empresas em rodízio cartelizado, como também para não gerar qualquer empecilho à empresa durante a execução do contrato", indica a acusação. "Sergio Correa Brasil desejava receber os valores da propina em dinheiro, espécie. Mas a empresa CCCC lhe relatou da sua impossibilidade contábil para gerar os recursos nestas condições".

o Metrô-SP disse que "o Governo do Estado de São Paulo e o Metrô são vítimas dos crimes investigados pelo Ministério Público. Por isso, colaboram com o processo analisando as cláusulas da proposta de delação em suas condições jurídicas, financeiras e técnicas, para que sua homologação garanta a proteção do interesse público".

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"A Procuradoria Geral do Estado investiga o caso e irá solicitar ressarcimento aos cofres públicos frente comprovação das irregularidades. O Metrô é o maior interessado na apuração das denúncias de formação de cartel ou de conduta irregular de agentes públicos e, assim, continua à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Cabe salientar ainda que Sérgio Corrêa Brasil não é mais funcionário da Companhia desde dezembro de 2016", acrescentou.

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