MP pede desligamento de radares da GO-060
Para o promotor de Justiça Carlos Alberto Fonseca (e), autor do pedido cautelar, é “inaceitável” a disparidade entre a extrema eficiência da Agetop em promover a cobrança de multas e a ineficiência, para ele “absoluta”, quanto à conservação da malha viária; segundo a ação, equipamento só poderão ser religados após a reforma da rodovia
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Goiás247_ O promotor de Justiça Carlos Alberto Fonseca (foto à esquerda) protocolou ação cautelar contra o Estado e o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincon (foto à direita), requerendo que todos os radares fixos e móveis da GO-060 (ao centro) sejam desligados até que a via de rolamento seja recuperada integralmente.
Para o promotor, é inaceitável a disparidade entre a extrema eficiência do Estado e daquele órgão em promover a cobrança de multas e a ineficiência, que para ele é absoluta, quanto à conservação da malha viária. Carlos Alberto Fonseca destaca que, antes da fiscalização, deve ser cumprido o dever básico de gestão dos interesses dos usuários.
De acordo com o promotor, a ação visa obter provimento jurisdicional em defesa da vida, da integridade física e do direito ao acesso a serviços públicos de qualidade dos usuários das rodovias e do patrimônio estadual, para que seja determinado cautelarmente o desligamento de todos os radares no trecho da GO-060, no trecho entre Goiânia e Firminópolis.
Tal medida, conforme requerido liminarmente, deve ser adotada enquanto a Agetop não promover a recuperação da pavimentação asfáltica da via. Ao final, pede a procedência integral do pedido, que deverá ser objeto ainda de ação principal. (Cristiani Honório, da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO).
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