Moro oficializa o que já fazia há tempos: política, diz Reginaldo Lopes
Deputado do PT-MG também classificou como "suspeitas" as decisões de Sério Moro, que aceitou ser ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro; "Ele prejudicou um projeto político para compor o projeto antagônico. Nunca foi por justiça, foi para fazer Lula prisioneiro e para fazer a direita ganhar a eleição", disse o parlamentar
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Minas 247 - O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou que, ao aceitar o convite de Jair Bolsonaro (PSL) para ser ministro da Justiça, Sérgio Moro "se assumiu e a máscara de imparcial caiu. O juiz impediu aquele que mais fez pelos pobres, pelos negros, LGBT's e mulheres para ser do governo de quem sempre ofendeu os pobres, os negros, LGBT's e mulheres. Ele e Bolsonaro se merecem. Quem não merece é o Brasil!".
"Moro começa a fazer oficialmente o que já fazia há tempos; política. Suas decisões são suspeitas. Ele prejudicou um projeto político para compor o projeto antagônico. Nunca foi por justiça, foi para fazer Lula prisioneiro e para fazer a direita ganhar a eleição", escreveu o parlamentar no Twitter.
Depois de lembrar que Moro liberou a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci a menos de uma semana do primeiro turno da eleição presidencial, o congressista afirmou que o novo ministro "assumiu que tem lado e ele é o da extrema-direita brasileira. É o lado de quem quer “fuzilar a petralhada”, de quem diz que Lula vai apodrecer na cadeia (independente de qualquer medida do STF ou do desenrolar dos processos)".
"Em um momento em que precisamos de instituições fortes, a decisão de Moro enfraquece o Poder Judiciário e a democracia, desrespeitando a parcialidade necessária para a função que exerceu e a verdadeira luta contra a corrupção. O juiz de Curitiba vai fazer oficialmente o que já faz há tempos; política. E vai trabalhar para quem sempre deixou de lado a razão e defendeu os maiores absurdos contra seus opositores. A luta de Moro nunca foi contra a corrupção, foi para prender um homem e criminalizar um projeto", complementou.
De acordo com o deputado, "Moro será ministro de alguém que já pregou uma guerra-civil e o assassinato de inocentes, de alguém que já defendeu a tortura e sempre se mostrou preconceituoso contra boa parte do povo brasileiro; os negros, os jovens, as mulheres, os LGBT’s e as pessoas com deficiência".
"O que ficará para a história é que Moro prendeu Lula em um ano eleitoral para que não disputasse o pleito. Ajudou a decidir uma eleição, atuando como um juiz, para depois aceitar um superministério no governo de quem sempre desprezou a democracia. Lá, Moro conviverá com investigados e terá como ministro-chefe alguém que, confessadamente, usou dinheiro de caixa dois em campanha eleitoral. Cai, definitivamente, a máscara de um juiz imparcial e neutro", continuou.
O parlamentar do PT-MG ressaltou, ainda, que, "além de autorizar grampo de uma presidente da República e vazar conversas da Chefe de Estado para a imprensa, Moro fez Lula ser conduzido coercitivamente, sem qualquer necessidade, apenas para tentar constrangê-lo".
"A condução, assim como a prisão do ex-presidente foi contestada por diversos especialistas e órgãos internacionais. Os próprios STF e TRF-4 já apontaram ao menos 18 erros do juiz na Lava-Jato, como determinar prisões ilegais e por não informar devidamente a Suprema Corte sobre andamentos de processos. Além das desnecessárias conduções coercitivas, como a que foi vítima o jornalista Eduardo Guimarães, ação que o próprio Moro se arrependeu após receber inúmeras críticas", disse.
"Em meio ao processo eleitoral,retirou o sigilo de parte da delação de Antônio Palocci, tentando novamente incriminar Lula,sem nenhuma prova. Acontece, que Moro já havia sido sondado e estava em contato com Bolsonaro, conforme confirmou hoje o vice-presidente eleito, Gal. Mourão. O 'super-ministro' Moro não teria chegado até aqui se não fosse pintado como um “super-homem” pela imprensa brasileira, que ainda está em tempo de perceber que tirar Lula do jogo à força pode custar muito caro para a nossa democracia".
Moro se assumiu e a máscara de imparcial caiu. O juiz impediu aquele que mais fez pelos pobres, pelos negros, LGBT's e mulheres para ser do governo de quem sempre ofendeu os pobres, os negros, LGBT's e mulheres. Ele e Bolsonaro se merecem. Quem não merece é o Brasil!
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Moro começa a fazer oficialmente o que já fazia há tempos; política. Suas decisões são suspeitas. Ele prejudicou um projeto político para compor o projeto antagônico. Nunca foi por justiça, foi para fazer Lula prisioneiro e para fazer a direita ganhar a eleição.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018continua após o anúncio
Sérgio Moro assumiu que tem lado e ele é o da extrema-direita brasileira. É o lado de quem quer “fuzilar a petralhada”, de quem diz que Lula vai apodrecer na cadeia (independente de qualquer medida do STF ou do desenrolar dos processos).
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Em um momento em que precisamos de instituições fortes, a decisão de Moro enfraquece o Poder Judiciário e a democracia, desrespeitando a parcialidade necessária para a função que exerceu e a verdadeira luta contra a corrupção.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018continua após o anúncio
O juiz de Curitiba vai fazer oficialmente o que já faz há tempos; política. E vai trabalhar para quem sempre deixou de lado a razão e defendeu os maiores absurdos contra seus opositores.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
A luta de Moro nunca foi contra a corrupção, foi para prender um homem e criminalizar um projeto.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018continua após o anúncio
Moro será ministro de alguém que já pregou uma guerra-civil e o assassinato de inocentes, de alguém que já defendeu a tortura e sempre se mostrou preconceituoso contra boa parte do povo brasileiro; os negros, os jovens, as mulheres, os LGBT’s e as pessoas com deficiência.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
O que ficará para a história é que Moro prendeu Lula em um ano eleitoral para que não disputasse o pleito. Ajudou a decidir uma eleição, atuando como um juiz, para depois aceitar um superministério no governo de quem sempre desprezou a democracia.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Lá, Moro conviverá com investigados e terá como ministro-chefe alguém que, confessadamente, usou dinheiro de caixa dois em campanha eleitoral. Cai, definitivamente, a máscara de um juiz imparcial e neutro.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Além de autorizar grampo de uma presidente da República e vazar conversas da Chefe de Estado para a imprensa, Moro fez Lula ser conduzido coercitivamente, sem qualquer necessidade, apenas para tentar constrange-lo.
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A condução, assim como a prisão do ex-presidente foi contestada por diversos especialistas e órgãos internacionais.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Os próprios STF e TRF-4 já apontaram ao menos 18 erros do juiz na Lava-Jato, como determinar prisões ilegais e por não informar devidamente a Suprema Corte sobre andamentos de processos
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Além das desnecessárias conduções coercitivas, como a que foi vítima o jornalista Eduardo Guimarães, ação que o próprio Moro se arrependeu após receber inúmeras críticas.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
Em meio ao processo eleitoral,retirou o sigilo de parte da delação de Antônio Palocci, tentando novamente incriminar Lula,sem nenhuma prova. Acontece, que Moro já havia sido sondado e estava em contato com Bolsonaro, conforme confirmou hoje o vice-presidente eleito, Gal. Mourão.
— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
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— Reginaldo Lopes (@ReginaldoLopes) November 1, 2018
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