Ministro de Temer será julgado por desvio de recursos da merenda

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, condenado por improbidade pela Segunda Vara da Justiça Federal em Alagoas, em 2014, terá o seu recurso julgado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife; a ação civil foi decorrente da Operação Guabiru, da Polícia Federal, em Alagoas, em 2005; caso a condenação seja mantida o deputado federal-ministro ficará, em tese, inelegível, pela Lei da Ficha Limpa

(Brasília - DF, 10/05/2017) Cerimônia de Assinatura do Novo Decreto de Regularização Portuária do Brasil. Foto: Marcos Corrêa/PR
(Brasília - DF, 10/05/2017) Cerimônia de Assinatura do Novo Decreto de Regularização Portuária do Brasil. Foto: Marcos Corrêa/PR (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 – O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, foi condenado por improbidade na primeira instância pela Segunda Vara da Justiça Federal em Alagoas, em 2014. Ele e mais nove pessoas foram sentenciadas por supostamente integrarem  um esquema de desvio de dinheiro público na Secretaria de Estado da Educação. Essa ação civil decorre da Operação Guabiru, da Polícia Federal, realizada em 2005.

Depois de quatro adiamentos, o recurso apresentado pelos advogados do ministro será julgado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife. Caso a sentença seja mantida ele ficará, em tese, inelegível, pela Lei da Ficha Limpa, que impede candidatura de condenados por algum colegiado.

A sentença da Justiça Federal em Alagoas também determina que os envolvidos no desvio de recursos da merenda escolar devolvam aos cofres públicos cerca de R$ 133 milhões.

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