Ministro da Integração visita obra da transposição no Ceará

O ministro da Integração, Helder Barbalho, vem hoje ao Ceará para visitar as obras da transposição do São Francisco. Em companhia do governador Camilo Santana, o ministro vai a Penaforte e Jati verificar o andamento dos trabalhos

O ministro da Integração, Helder Barbalho, vem hoje ao Ceará para visitar as obras da transposição do São Francisco. Em companhia do governador Camilo Santana, o ministro vai a Penaforte e Jati verificar o andamento dos trabalhos
O ministro da Integração, Helder Barbalho, vem hoje ao Ceará para visitar as obras da transposição do São Francisco. Em companhia do governador Camilo Santana, o ministro vai a Penaforte e Jati verificar o andamento dos trabalhos (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, vem hoje ao Ceará para visitar as obras da transposição do São Francisco. Em companhia do governador Camilo Santana, o ministro vai a Penaforte e Jati verificar o andamento dos trabalhos.

A chegada de Helder Barbalho está prevista para às 13:30h, no aeroporto de Juazeiro do Norte, de onde se desloca para Penaforte, onde visita um trecho do canal. Em seguida, vai à Jati para visitar as obras do reservatório.

Parlamentares cearenses da base de apoio do Governo Federal devem integrar a comitiva que vai acompanhar o ministro. Depois de muitas dificuldades, as obras foram retomadas há alguns das, após a ministra Carmem Lúcia do Supremo Tribunal Federal (STF), ter autorizado a continuidade das obras no último trecho da transposição do Rio São Francisco, no Ceará, que estavam paradas desde o ano passado, quando a construtora Mendes Júnior abandonou os trabalhos alegando problemas financeiros. O governo realizou então uma nova licitação para retomar a construção, que teve o resultado questionado na justiça.

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A nova licitação para a obra acabou vencida pelo terceiro colocado no certame, o consórcio Emsa-Siton, que foi contratado por R$ 516,8 milhões. Apesar de apresentarem preços muito mais baixos, os dois primeiros consórcios foram desclassificados pelo Ministério da Integração Nacional, sob a alegação de que não teriam capacidade técnica para a construção.

Um dos consórcios concorrentes recorreu à Justiça, argumentando que sua alegada incapacidade técnica seria referente a menos de 1% do valor do contrato e que sua proposta foi de R$ 75 milhões, portanto bastante inferior ao efetivamente contratado. A empresa conseguiu a liminar para suspender a licitação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

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A ministra Cármen Lúcia avaliou que os prejuízos ocasionados pela suspensão da licitação seriam maiores do que as vantagens econômicas de se contratar o preço mais baixo e revogou a liminar que havia suspendido a nova licitação para a obra do chamado Eixo Norte.

 

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