Ministra recebe projeto urbanístico para Arapiraca
Um grande projeto de infraestrutura e urbanismo para o município de Arapiraca foi apresentado pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante uma audiência da qual participou, na companhia da prefeita Célia Rocha (PTB). O projeto prevê uma grande obra estruturante, inclusive viária, no entorno do Lago da Perucaba, transformando o local numa ampla área de convivência para a população e criando alternativas para melhorar o trânsito da cidade, lazer para a juventude e preservação ambiental.
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Alagoas247 - O projeto elaborado pela equipe da prefeitura de Arapiraca vinha sendo cobrado pelo senador - que prometeu defender e acompanhar a liberação de recursos em Brasília – e envolve toda uma grande obra estruturante, inclusive viária, no entorno do Lago da Perucaba, transformando o local numa ampla área de convivência para a população e criando alternativas para melhorar o trânsito da cidade, lazer para a juventude e preservação ambiental.
“Esta é uma das iniciativas mais importantes não somente para Arapiraca, mas para Alagoas, com que nos brinda a prefeita Célia Rocha. Reúne em um só projeto a melhoria da mobilidade urbana, instrução e lazer para a juventude, preservação do Lago da Perucaba, além do bom gosto urbanístico”, afirmou Collor.
Na mesma audiência o senador alagoano, que é presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, pediu a ajuda da ministra Miriam Belchior para buscar a unificação de critérios utilizados pelos ministérios do Turismo e das Cidades na aprovação de projetos, de forma a facilitar a execução, por parte da Caixa Econômica Federal, evitando paralisações desnecessárias e altamente prejudiciais ao andamento e ao custo das obras.
Collor tem sido um crítico contumaz dos critérios utilizados pelo Tribunal de Contas e Ministério Público da União (TCU e MPU) em embargos de obras em andamento, por causa de valores que são questionados na execução dos projetos. Na sua avaliação, na maioria dos casos, essas paralisações acabam gerando um prejuízo muito maior aos cofres públicos, a exemplo do que aconteceu com a BR-101, que teve trechos paralisados em Alagoas durante meses, em função da discussão de royalties, e só foram liberados depois que o senador entrou em ação junto ao TCU.
Com gazetaweb.com e assessoria
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