Ministra não vai a presídio e promete voltar a Goiânia em 30 dias
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, não visitou o presídio onde ocorreram rebeliões, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital; assessoria do CNJ informou ao portal G1 que o compromisso foi cancelado por "questões de segurança"; a ministra combinou com o governador Marconi Perillo (PSDB) que voltará a Goiás no dia 9 de fevereiro para fazer a aguardada vistoria ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia
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Goiás 247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, não visitou o presídio onde ocorreram rebeliões, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. A assessoria do CNJ informou ao portal G1 que o compromisso foi cancelado por "questões de segurança".
A ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), combinou com o governador Marconi Perillo (PSDB) que voltará a Goiás no dia 9 de fevereiro para fazer a aguardada vistoria ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.
Na agenda de manhã, a ministra passou quatro horas em reunião com o governador Marconi Perillo, a cúpula da segurança pública do Estado e autoridades do Poder Judiciário.
Na reunião, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, pediu aos juízes que liberem as armas que fazem parte dos processos e que não precisam mais passar por perícia ou servir de prova em julgamentos. Ela quer que sejam enviadas de imediato para o Exército destruí-las.
O medo da ministra é que haja uma ação de grupos organizados que consiga capturar estas armas e colocá-las nas mãos de criminosos.
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