Metroviários ameaçam parar no Recife

Sindicato dos Metroviários de Pernambuco diz que pode haver uma paralisação; A Polícia Federal prendeu 23 policiais, que depois foram liberados, sob o argumento de que eles não podem portar armas de fogo; Se a posição do delegado Eduardo Passos prevalecer, os metroviários poderão parar o sistema de metrô; Segundo a categoria, não há segurança sem que os guardas andem armados

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PE247 – A Polícia Federal, por meio do delegado Eduardo Passos, prendeu 23 policiais ferroviários federais na manhã desta quarta-feira (27). De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Ferroviários Federais em Pernambuco, Augusto Lima, o delegado argumentou que os seguranças, de plantão nas estações do Metrotec, não têm autorização para portarem armas de fogo. Depois, os guardas da PF foram liberados, porém o delegado entende que eles não podem trabalhar com armas de fogo. Em consequência, os metroviários ameaçam paralisar o sistema de metrô no Recife, pois alegam que não haverá segurança sem que os policiais portem armas. Um total de 300 mil pessoas depende do transporte ferroviário no Recife.

"O sistema se encontra sem segurança, sem apoio do policiamento para fazer socorro médico. Essa situação coloca em risco o sistema e tanto o pessoal das estações como os maquinistas estão propondo a paralisação do sistema. Não é greve, é uma paralisação até resolvermos o impasse", declarou o diretor de Comunicação do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindimetro-PE), Diogo Morais. A paralisação significa, na prática, que os funcionários continuarão trabalhando, porém os passageiros serão impedidos de usufruírem do transporte ferroviário.

O sindicalista Augusto Lima argumentou que a Lei 12.462 garante aos policiais ferroviários da CBTU (Companhia Brasileiro de Transportes Urbanos) a condição de poder de polícia, já que esses seguranças passaram a fazer parte do Ministério da Justiça e não da companhia. Por sua vez, o presidente do Sindimetro-PE, Lenival de Oliveira, está articulando junto ao Ministério da Justiça a liberação dos 23 presos. A categoria já conta com um advogado para acompanhar o caso.

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