Médicos se recusam a assinar novo contrato com a prefeitura de Goiânia
Aconteceu na noite de quinta-feira mais uma assembleia do movimento “Médicos Unidos pela Saúde”, que exige da prefeitura de Goiânia condições mais dignas de trabalho para a categoria; médicos reafirmaram a decisão de recusar os termos do novo contrato oferecido pelo prefeito Iris Rezende (PMDB) em votação quase unânime;nesta sexta-feira, os médicos vão tentar novo acordo com a secretária de Saúde, Fátima Mrué; caso não haja atendimento, a tendência é que a rede municipal fique desfalcada de mais de 400 profissionais neste final de semana, já que o contrato atual expira amanhã
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Goiás 247 - Aconteceu na noite de quinta-feira mais uma assembleia do movimento “Médicos Unidos pela Saúde”, que exige da prefeitura de Goiânia condições mais dignas de trabalho para a categoria. Os médicos reafirmaram a decisão de recusar os termos do novo contrato oferecido pelo prefeito Iris Rezende (PMDB) em votação quase unânime. Apenas um profissional presente votou a favor da suspensão do movimento.
A assembleia aconteceu no auditório do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) e foi coordenada pelo presidente do sindicato dos médicos (Simego), Rafael Martinez. O movimento nasceu há oito dias, depois que Iris demitiu 480 profissionais credenciados com uma canetada só e divulgou novo edital, sugerindo salários menores e precarizando o vínculo empregatício da prefeitura com os médicos.
Nesta sexta-feira, os médicos vão tentar novo acordo com a secretária de Saúde, Fátima Mrué. Caso não haja atendimento, a tendência é que a rede municipal fique desfalcada de mais de 400 profissionais neste final de semana, já que o contrato atual expira amanhã.
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