Médicos protestam e vão paralisar serviço no SUS

Simego e Cremego abriram calendário de manifestações nesta quinta, no final da tarde em Goiânia, com ato de panfletagem. Médicos vão paralisar serviço de atendimento eletivo, quando o diagnóstico do paciente não é grave, nos dias 23, 30 e 31 nas unidades do SUS. Principal alvo da categoria é o governo Dilma, que lançou o Programa Mais Médicos e aumentou a duração do curso de medicina para oito anos, com dois anos de estágio obrigatório na rede pública

Médicos protestam e vão paralisar serviço no SUS
Médicos protestam e vão paralisar serviço no SUS


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Goiás 247_ O Sindicato dos Médicos de Goiás (Simego) e o Conselho Regional de Medicina (Cremego) aderiram ao cronograma de protestos de entidades nacionais e começam hoje ações de manifestação contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e as medidas anunciadas pelo governo federal para a categoria.

Nesta quinta, os médicos fizeram um ato de panfletagem no Centro de Goiânia no final da tarde. E nos dias 23, 30 e 31 de julho a categoria vai paralisar os serviços no chamando atendimento eletivo, quando o estado de saúde do paciente não é grave.

Tanto Simego e Cremego declaram apoio total às paralisações e dizem que a categoria tem que permanecer unidade para lutar contra as agressões que vem sofrendo por parte do governo federal.

continua após o anúncio

Os protestos da categoria são contra o programa Mais Médicos – que prevê o recrutamento de profissionais estrangeiros para atender nos postos de saúde brasileiros e amplia o curso de medicina de seis para oito anos, com dois anos de estágio obrigatório no SUS – e contra os vetos da presidente a pontos do Ato Médico.

Capital

continua após o anúncio

Goiânia vem enfrentando uma crise aguda na saúde pública desde o ano passado. Só no primeiro semestre deste ano, cerca de 400 médicos pediram demissão da Secretaria Municipal de Saúde e o prefeito Paulo Garcia (PT) encontra dificuldades para repor o quadro de profissionais.

A maioria dos médicos alega falta de condições de trabalho nos Cais e PSFs da Capita, onde faltam insumos, medicamentos e aparelhos. Na semana passada, cinco dos seis médicos plantonistas do Cais do Jardim Novo Mundo pediram exoneração. O motivo: condições precárias de trabalho.

continua após o anúncio

 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247