Médicos pagam fiança de R$ 562 mil e são liberados da CPP de Palmas

Os médicos cardiologistas Andrés Gustavo Sanches Esteva e Ibsen Suetônio Trindade foram liberados da prisão preventiva que cumpriam na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), após pagamento R$ 281.100 de fiança, cada um; os médicos foram presos na Operação Marcapasso, da PF; está sendo investigado um esquema de fraudes que pode ter causado prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 6 milhões, além da transferência indevida de equipamentos médicos da rede pública de saúde de alto custo monetário para clínicas particulares da Capital

Os médicos cardiologistas Andrés Gustavo Sanches Esteva e Ibsen Suetônio Trindade foram liberados da prisão preventiva que cumpriam na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), após pagamento R$ 281.100 de fiança, cada um; os médicos foram presos na Operação Marcapasso, da PF; está sendo investigado um esquema de fraudes que pode ter causado prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 6 milhões, além da transferência indevida de equipamentos médicos da rede pública de saúde de alto custo monetário para clínicas particulares da Capital
Os médicos cardiologistas Andrés Gustavo Sanches Esteva e Ibsen Suetônio Trindade foram liberados da prisão preventiva que cumpriam na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), após pagamento R$ 281.100 de fiança, cada um; os médicos foram presos na Operação Marcapasso, da PF; está sendo investigado um esquema de fraudes que pode ter causado prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 6 milhões, além da transferência indevida de equipamentos médicos da rede pública de saúde de alto custo monetário para clínicas particulares da Capital (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - Os médicos cardiologistas Andrés Gustavo Sanches Esteva e Ibsen Suetônio Trindade foram liberados na noite desta segunda-feira (20) da prisão preventiva que cumpriam na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), após pagamento R$ 281.100 de fiança, cada um. Os médicos foram presos na Operação Marcapasso, da Polícia Federal, deflagrada no último dia 7 de novembro. Está sendo investigado um esquema de fraudes que pode ter causado prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 6 milhões, além da transferência indevida de equipamentos médicos da rede pública de saúde de alto custo monetário para clínicas particulares da Capital.

A Justiça Federal autorizou a prisão temporária dos médicos, após o Ministério Público Federal apresentar denúncia contra eles e outros empresários, profissionais de saúde e gestores públicos envolvidos em um esquema de fraude em licitações para compra de órteses e próteses usadas nos serviços de cardiologia do HGP. Em escutas telefônicas, a Polícia Federal conseguiu identificar médicos envolvidos e até o suposto desvio de uma máquina de hemodinâmica do HGP.

Entre as medidas cautelares empregadas, estão as que já foram aplicadas aos outros oito médicos investigados, como o não afastamento de suas regulares atividades no Hospital Geral de Palmas (HGP), abstendo-se de gozar licenças, férias ou afastamentos de natureza semelhante. Os profissionais também não podem mudar de endereço residencial e profissional enquanto ocorrem as investigações. Os passaportes de Ibsen e Andrés foram confiscados. 

 

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