Médicos fazem paralisação de advertência

Médicos das unidades de saúde da rede estadual do Piauí fizeram uma paralisação de advertência em consequência da falta de reposição salarial prometida pelo governo; foram cancelados atendimentos laboratoriais, consultas e exames foram cancelados, de acordo com a categoria; apenas o regime de urgência e emergência serão mantidos; segundo o secretário estadual de administração, Franzé Silva, o governo informou que falará de reajuste após o fechamento da receita do primeiro quadrimestre, também para evitar que acordos feitos não sejam cumpridos.

Médicos das unidades de saúde da rede estadual do Piauí fizeram uma paralisação de advertência em consequência da falta de reposição salarial prometida pelo governo; foram cancelados atendimentos laboratoriais, consultas e exames foram cancelados, de acordo com a categoria; apenas o regime de urgência e emergência serão mantidos; segundo o secretário estadual de administração, Franzé Silva, o governo informou que falará de reajuste após o fechamento da receita do primeiro quadrimestre, também para evitar que acordos feitos não sejam cumpridos.
Médicos das unidades de saúde da rede estadual do Piauí fizeram uma paralisação de advertência em consequência da falta de reposição salarial prometida pelo governo; foram cancelados atendimentos laboratoriais, consultas e exames foram cancelados, de acordo com a categoria; apenas o regime de urgência e emergência serão mantidos; segundo o secretário estadual de administração, Franzé Silva, o governo informou que falará de reajuste após o fechamento da receita do primeiro quadrimestre, também para evitar que acordos feitos não sejam cumpridos. (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí 247 - Médicos das unidades de saúde da rede estadual do Piauí fizeram, nesta segunda-feira (3), uma paralisação de advertência em consequência da falta de reposição salarial prometida pelo governo. Foram cancelados atendimentos laboratoriais, consultas e exames foram cancelados, de acordo com a categoria. Apenas o regime de urgência e emergência serão mantidos.

"É uma paralisação de advertência para cobrar do governo os acordos firmados em junho de 2015, principalmente ao que se refere ao reajuste salarial. A categoria está há quase três anos sem aumento, ganhamos a metade do piso do médico que faz 20h que é de R$ 13 mil. Até os profissionais da rede municipal recebem 60% a mais do que nós. É uma defasagem muito grande", afirmou o diretor do Sindicato dos Médicos (Simepi), Valriam Feitosa.

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O sindicato informou que o pagamento do reajuste salarial de menos de 10% seria feito em etapas. A primeira seria cumprida a partir 2015 até 2017, mas não há previsão para os médicos receberem. Outra reivindicação da categoria refere-se às condições de trabalho.

"Os hospitais estão sucateados, sem estrutura para receber uma demanda tão grande tanto em Teresina como no interior. A paralisação de 24h tem adesão de 90% dos médicos e vamos aguardar um posicionamento do governo. Nesta terça-feira realizaremos uma nova assembleia para definir como fica o movimento", disse Feitosa.

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Conforme relato do G1, o secretário estadual de administração, Franzé Silva, afirmou que o governador informou que falará de reajuste após o fechamento da receita do primeiro quadrimestre, também para evitar que acordos feitos não sejam cumpridos.

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