Médicos do Estado param por salário de R$ 10,4 mil

Reivindicação se refere a 20 horas de trabalho por semana, com possibilidade de dobrar o vencimento em caso de jornada de 40 horas; atualmente, os médicos do Estado recebem R$ 2,5 mil por 20 horas; paralisação começou à zero hora desta segunda-feira e dura 48 horas; apenas casos de emergência serão atendidos na rede estadual; ao jornal online A Redação, secretário Faleiros disse que o governo trabalha para melhorar as condições de trabalho dos médicos e que nenhuma atitude imediata será tomada em virtude da manifestação

Médicos do Estado param por salário de R$ 10,4 mil
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Goiás247_ Médicos que fazem atendimento nos hospitais públicos de Goiás iniciaram à zero hora desta segunda-feira (27) uma paralisação de advertência de 48 horas em suas atividades. De acordo com o Sindicato dos Médicos (Simego), apenas os casos de emergência serão atendidos.

A categoria reivindica melhores condições de trabalho, como a definição de um plano de carreira com piso de R$ 10.412 para jornada de 20 horas semanais, com possibilidade de fazer 40 horas, e melhoria da estrutura das unidades de saúde do Estado. Segundo o sindicato, o governo estadual foi comunicado da paralisação.

O presidente do Simego, Leonardo Mariano Reis, disse ao jornal online A Redação que hoje o salário nominal de um médico da rede estadual de saúde que trabalha 20 horas semanais é R$ 2.500, por isso a categoria quer dobrar a jornada de trabalho. "Se o piso da Fenam for adotado, não precisaremos trabalhar 40 horas semanais, o que eu mesmo acho sacrificante para o médico", disse.

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Segundo o Simego, a greve de 48 horas é apenas uma advertência. Na próxima quarta-feira (29), uma nova assembleia, às 19 horas, na sede do Cremego, vai deliberar sobre a continuidade do movimento.

Também ao A Redação, o secretário de Saúde, Antônio Faleiros, disse que o governo busca melhorar as condições de trabalho dos médicos categoria e que governo trabalha para melhorar as condições de trabalho dos mé dos servidores. 

Faleiros pretende discutir a situação com o governador Marconi Perillo.

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(Foto: Simego)

 

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