Médicos deixam de atender pelo SUS por 48 horas

Paralisação faz parte da mobilização nacional da categoria em defesa da saúde pública de qualidade e contra as medidas adotadas pelo governo federal na área da saúde, como os vetos à Lei do Ato Médico e a criação do Programa Mais Médicos; ação se estende até quarta (31); serão mantidos atendimentos de urgência e emergência, assistência a pacientes internados, plantões em UTI, serviço de regulação de urgência e transplantes

Médicos deixam de atender pelo SUS por 48 horas
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A Redação_ Médicos e residentes de vários Estados paralisaram, nesta terça-feira (30), todos os atendimentos eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS). A ação se estende até quarta (31). Serão mantidos atendimentos de urgência e emergência, assistência a pacientes internados, plantões em UTI, serviço de regulação de urgência e transplantes.

A paralisação faz parte da mobilização nacional da classe médica em defesa da saúde pública de qualidade e contra as medidas adotadas pelo Governo Federal na área da saúde, como os vetos à Lei do Ato Médico e a criação do Programa Mais Médicos.

Em Goiás, além da paralisação por dois dias, coordenada pelo Comitê das Entidades Médicas (Cemeg), formado pela Associação Médica de Goiás (AMG), Conselho Regional de Medicina no Estado de Goiás (Cremego) e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego), haverá atos públicos para chamar a atenção das autoridades sobre as reivindicações dos médicos.

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Na capital goiana, os manifestantes devem se concentrar às 9h no Cremego, que fica no Setor Bueno. Depois, farão uma caminhada até a Praça Cívica, onde será realizada uma manifestação na porta da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

De acordo com as entidades médicas, os protestos, com atos públicos, paralisações, mobilização junto ao Congresso Nacional e ações judiciais, vão continuar até que as reivindicações dos médicos sejam atendidas.

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A classe médica quer a derrubada dos vetos ao Ato Médico (projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina no Brasil) e da Medida Provisória 621/2013 (Programa Mais Médicos) e criação de uma carreira de Estado para os médicos.

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