Maria do Rosário quer ser assistente de acusação contra Bolsonaro

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) quer atuar como assistente de acusação no processo movido pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); o pedido da petista foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, relator do caso; o Ministério Público Federal denunciou o parlamentar por incitação à prática do crime de estupro

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) quer atuar como assistente de acusação no processo movido pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); o pedido da petista foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, relator do caso; o Ministério Público Federal denunciou o parlamentar por incitação à prática do crime de estupro
A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) quer atuar como assistente de acusação no processo movido pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ); o pedido da petista foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, relator do caso; o Ministério Público Federal denunciou o parlamentar por incitação à prática do crime de estupro (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio Grande do Sul 247 - A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) quer atuar como assistente de acusação no processo movido pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), de acordo com informação publicada pela coluna Expresso. O pedido da petista foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, relator do caso.

O Ministério Público Federal denunciou o parlamentar por incitação à prática do crime de estupro. 

No dia 9 de dezembro de 2014, Bolsonaro, disse, em referência a Maria do Rosário, que não a estupraria, porque ela não merecia. A declaração foi feita no plenário da Câmara dos Deputados.

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Em março deste ano, os ministros da 1ª Turma do Supremo Tribunal (STF) rejeitaram recursos apresentados ratificaram a abertura de ação penal. A defesa do parlamentar falava em prerrogativa constitucional da imunidade segundo a qual "os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas palavras e votos".

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