Margarete sobre vice de Wellington: ‘não vale faca no pescoço’

"Não é colocando faca no pescoço do governador que se viabiliza indicação de vice na chapa majoritária", disse a vice-governadora Margarete Coelho (PP); ela permaneceu calada em relação à definição de quem será o candidato a vice-governador em 2018; a progressista reagiu ao que considera "chantagem" do PMDB, à troca de farpas na mídia, onde o que não falta é interesse; "A candidatura majoritária não deve ser fruto de imposições ou de vontade pessoal. Se meu nome contribuir para a consolidação de uma aliança eleitoral com amplo apoio político e popular, estarei à disposição para seguir na chapa", avisou; por Paulo Pincel, Meia Palavra (Piauí Hoje)

"Não é colocando faca no pescoço do governador que se viabiliza indicação de vice na chapa majoritária", disse a vice-governadora Margarete Coelho (PP); ela permaneceu calada em relação à definição de quem será o candidato a vice-governador em 2018; a progressista reagiu ao que considera "chantagem" do PMDB, à troca de farpas na mídia, onde o que não falta é interesse; "A candidatura majoritária não deve ser fruto de imposições ou de vontade pessoal. Se meu nome contribuir para a consolidação de uma aliança eleitoral com amplo apoio político e popular, estarei à disposição para seguir na chapa", avisou; por Paulo Pincel, Meia Palavra (Piauí Hoje)
"Não é colocando faca no pescoço do governador que se viabiliza indicação de vice na chapa majoritária", disse a vice-governadora Margarete Coelho (PP); ela permaneceu calada em relação à definição de quem será o candidato a vice-governador em 2018; a progressista reagiu ao que considera "chantagem" do PMDB, à troca de farpas na mídia, onde o que não falta é interesse; "A candidatura majoritária não deve ser fruto de imposições ou de vontade pessoal. Se meu nome contribuir para a consolidação de uma aliança eleitoral com amplo apoio político e popular, estarei à disposição para seguir na chapa", avisou; por Paulo Pincel, Meia Palavra (Piauí Hoje) (Foto: Leonardo Lucena)


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Paulo Pincel, Meia Palavra (Piauí Hoje) - "Não é colocando faca no pescoço do governador que se viabiliza indicação de vice na chapa majoritária". Oportuna a frase da sempre elegante e comedida Margarete Coelho, a “rainha” do tabuleiro político do Piauí, onde sobram peões e cavalos querendo dar pitaco sobre quem vai tomar o lugar do "rei" Wellington Dias em 2022. O risco é olhar para o próprio umbigo e perder as torres, o jogo... o Karnak.

Margô se fechou em copas e, até ontem, permaneceu calada em relação à definição de quem será o candidato a vice-governador nas eleições de 7 de outubro de 2018. O silêncio foi quebrado e a atual vice-governadora reagiu ao que considera "chantagem" do PMDB, à troca de farpas na mídia, onde o que não falta é interesse.

O que muitos ainda não atentaram é que não está em jogo apenas a vaga de vice, mas quem vai substituir Wellington Dias em 2022, quando o petista renunciar ao mandato de governador para ser senador. Só estão esquecendo que antes de pensar em 2022 é preciso superar 2018 e chegar inteiro ao final da eleição. Para tanto, é necessário os votos dos mais de 2,8 milhões de eleitores.

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"O PMDB é uma força política de expressão no estado, no país e não merece tal comportamento. A candidatura majoritária não deve ser fruto de imposições ou de vontade pessoal. Se meu nome contribuir para a consolidação de uma aliança eleitoral com amplo apoio político e popular, estarei à disposição para seguir na chapa", avisou.

Margarete Coelho não engoliu calada a ameaça do líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado João Mádison, de que o PMDB pode apoiar o ex-governador Wilson Martins ao Senado, caso o Progressista insista na indicação dela como candidata a vice de Wellington Dias. “O senador Ciro tem o apoio político e o reconhecimento de prefeitos de Norte a Sul do Piauí, incluindo a capital, por seu trabalho em busca de recursos e projetos para o Estado", lembra.

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Enquanto as línguas não se aquietam nas bocas karnaquianas e a base de Wellington Dias pega fogo, a oposição, pequena, mas muito bem articulada, acompanha últimas mexidas no tabuleiro de xadrez e articula novos ataques ao governo democrático progressista petista, inclusive com jogadas karpovianas envolvendo o TCE, o TCU e Brasília.

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