Marco Maia sobre decisão de Gilmar Mendes: sabe aquele acordo com supremo e tudo?
"Depois de mais um golpe como esse nós temos a total certeza de que Lula é um preso político. Sabe aquele acordo com supremo e tudo? Ele está cada vez mais forte e ostensivo", escreveu no Twitter o deputado fMarco Maia (PT-RS), após o ministro do STF Gilmar Mendes mandar soltar o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, operador do PSDB; deputado fez referência à fala senador Romero Jucá (MDB-RR), que em conversa com o ex-presidente da Transpectro Sergio Machado, falou em um acordo para deter o avanço da Lava Jato; "Com Supremo com tudo", disse o emedebista
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Rio Grande do Sul 247 – "Depois de mais um golpe como esse nós temos a total certeza de que Lula é um preso político. Sabe aquele acordo com supremo e tudo? Ele está cada vez mais forte e ostensivo", escreveu no Twitter o deputado federal Marco Maia (PT-RS), após o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes mandar soltar o ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, operador do PSDB.
Ao citar a expressão "supremo e tudo", o congressista fez referência à fala do senador Romero Jucá (MDB-RR) em conversa com o ex-presidente da Transpectro Sergio Machado. Segundo um trecho do diálogo, tornado público em 2016. Jucá diz: "tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria. [...]. Machado responde: "Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer]", e depois, acrescenta: "é um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional". Jucá retruca: "com Supremo com tudo.
Marco Maia continuou suas críticas no Twitter. "É engraçado, né? @gilmarmendes soltou o Paulo Preto, bem no momento em que se fala em uma possível delação dele. E agora o TSE proibiu um representante do Lula nos debates. E ainda tem gente que acredita que vivemos no estado democrático de direito. É Todo dia um novo golpe!", criticou Maia.
Paulo Preto mantinha o equivalente a R$ 113 milhões em contas fora do Brasil, de acordo com autoridades suíças. O detalhe é os recursos recebidos por Paulo Preto são ligados principalmente ao ex-governador José Serra.
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