‘Marcapasso’: médicos presos ganham liberdade

A Justiça Federal concedeu liberdade aos médicos Arnaldo Alves Nunes e Osvair Murilo da Cunha, presos pela PF durante a segunda fase da Operação Marcapasso; os dois atuam no Hospital Dom Orione, em Araguaína e foram ouvidos em audiências de custódia; o cardiologista Juan Fernando Tertones Cácere não foi preso, porque está no exterior, e teve o mandado de prisão revogado; a justiça determinou aos três o pagamento de fiança no valor de 100 salários mínimos

A Justiça Federal concedeu liberdade aos médicos Arnaldo Alves Nunes e Osvair Murilo da Cunha, presos pela PF durante a segunda fase da Operação Marcapasso; os dois atuam no Hospital Dom Orione, em Araguaína e foram ouvidos em audiências de custódia; o cardiologista Juan Fernando Tertones Cácere não foi preso, porque está no exterior, e teve o mandado de prisão revogado; a justiça determinou aos três o pagamento de fiança no valor de 100 salários mínimos
A Justiça Federal concedeu liberdade aos médicos Arnaldo Alves Nunes e Osvair Murilo da Cunha, presos pela PF durante a segunda fase da Operação Marcapasso; os dois atuam no Hospital Dom Orione, em Araguaína e foram ouvidos em audiências de custódia; o cardiologista Juan Fernando Tertones Cácere não foi preso, porque está no exterior, e teve o mandado de prisão revogado; a justiça determinou aos três o pagamento de fiança no valor de 100 salários mínimos (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - A Justiça Federal concedeu liberdade aos médicos Arnaldo Alves Nunes e Osvair Murilo da Cunha, presos pela Polícia Federal na terça-feira (5), durante a segunda fase da Operação Marcapasso. Os dois atuam no Hospital Dom Orione, em Araguaína e foram ouvidos nesta quarta (6), em audiências de custódia. O cardiologista Juan Fernando Tertones Cácere não foi preso, porque está no exterior, e teve o mandado de prisão revogado. A justiça determinou aos três o pagamento de fiança no valor de 100 salários mínimos.

A Operação Marcapasso investiga fraudes em licitações no Tocantins, para a aquisição de equipamentos chamados OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais) de alto valor agregado e grande custo para o sistema de saúde.

O foco das investigações nesta segunda fase foi no núcleo criminoso que atua na cidade de Araguaína. Cerca de 70 policiais federais cumpriram 17 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara Criminal Federal de Palmas, sendo quatro mandados de prisão temporária, quatro de condução coercitiva, duas medidas cautelares diversa de prisão e sete mandados de busca e apreensão a serem cumpridos nas cidades de Palmas, Araguaína e Belém.

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