Manifestantes vão à Esquina Democrática pelo ‘Fora, Temer’

Manifestantes se reuniram em um ato na Esquina Democrática pela saída de Michel Temer (PMDB) da presidência – além da realização de eleições diretas e em contrariedade às reformas como a previdenciária e a trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e, segundo o Datafolha, com a menor popularidade em 28 anos - apenas 7%

Manifestantes se reuniram em um ato na Esquina Democrática pela saída de Michel Temer (PMDB) da presidência – além da realização de eleições diretas e em contrariedade às reformas como a previdenciária e a trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e, segundo o Datafolha, com a menor popularidade em 28 anos - apenas 7%
Manifestantes se reuniram em um ato na Esquina Democrática pela saída de Michel Temer (PMDB) da presidência – além da realização de eleições diretas e em contrariedade às reformas como a previdenciária e a trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e, segundo o Datafolha, com a menor popularidade em 28 anos - apenas 7% (Foto: Leonardo Lucena)


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Gregório Mascarenhas, Sul 21 - Manifestantes se reuniram, no final da tarde desta terça-feira (18), em um ato na Esquina Democrática pela saída de Michel Temer (PMDB) da presidência – além da realização de eleições diretas e em contrariedade às reformas como a previdenciária e a trabalhista. O ato durou cerca de uma hora e meia e não chegou a deixar o local de concentração.

Chamado por partidos como o PSOL e o PPL, o evento reuniu militantes de coletivos como o Juntos, a União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas, a União Metropolitana dos Estudantes Secundários de Porto Alegre; por centrais sindicais como a CSP-Conlutas e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil; e sindicatos como o dos Municipários de Cachoeirinha e o dos Trabalhadores do Judiciário Federal (Sintrajufe/RS).

Houve, nesta semana, novamente a chamada de dois atos, convocados por organizações distintas, que pedem a realização de eleições diretas e se posicionam como contrários às reformas. Além desta terça, a Frente Brasil Popular chamou para quinta-feira (20) um ato que se coloca, entre outras pautas, em solidariedade ao ex-presidente Lula.

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O Coletivo Juntos, movimento com maior representação no ato de hoje, chegou a lançar, no domingo, uma nota intitulada “Debate Fraterno no Campo da Esquerda” na qual diz que não foi o ataque à CLT e o julgamento de Temer no Supremo, mas a “condenação do Lula, e tão somente ela, que fez com que a Frente Brasil Popular chamasse dois atos nacionais” – embora afirmem que o ex-presidente não deve ter o direito de candidatura retirado.

O texto diz que a relevância menor da greve geral do dia 30 de maio em relação à do dia 28 de abril se deve à ação da Força Sindical, “que tem papel de sustentação ao governo Temer”, e ao fato de a CUT “apostar apenas no sangramento do governo Temer (em detrimento de sua derrubada) e, consequentemente, apontar como saída as eleições em 2018, abrindo espaço para seu candidato, Lula”.

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Segundo a vereadora Fernanda Melchionna, do PSOL, o ato é contra o presidente com “maior impopularidade da história” e o “primeiro denunciado formalmente por corrupção”. Para ela, é necessário “mudar a correlação de forças” da conjuntura política no país e que, para isso, é preciso utilizar palavras de ordem como “o Fora Temer, abaixo as reformas e diretas já”.

Fernanda disse que houve sucesso na greve geral do dia 28 de abril e que houve uma “traição” do que definiu como “burocracias sindicais” que frustrou a última paralisação nacional, do dia 30 de maio. É preciso, para ela, chamar uma “outra unidade” contra Michel Temer e as reformas propostas pelo Executivo – e que não se deve apostar apenas na saída de Michel Temer, mas também na realização de eleições diretas.

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No mesmo sentido, Érico Correa, da CSP Conlutas, afirmou também haver “muitas organizações ficarem para trás, a partir de outros interesses”, e que se deve exigir das centrais sindicais “a soma de forças para a construção de uma greve geral de 48 horas”.

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