Maluf pede à Justiça desconto de R$ 6 milhões

Advogados do ex-prefeito de São Paulo alegam que ele deve R$ 15 milhões, e não R$ 21,3 milhões, como determinou a Justiça; deputado não pode mais recorrer do processo, mas valor ainda pode ser discutido; ele foi condenado por prejuízos causados aos cofres municipais no chamado "escândalos dos precatórios"

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247 – O ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP), não pode mais recorrer no processo que foi condenado a devolver R$ 21,3 milhões aos cofres municipais por determinação da Justiça. O deputado federal tenta, porém, diminuir sua dívida, que tem de ser paga até o final de outubro, sob risco de multa de 10%.

Seus advogados alegam que Maluf deve R$ 15 milhões, e não R$ 21,3 milhões, por erros na correção de valores feita pela Promotoria. Na fase de execução da pena do processo, só é possível discutir o valor definido, não mais se houve ou não irregularidades em sua gestão, informa a Folha de S.Paulo.

Ele perdeu todos os recursos de uma ação movida pelo Ministério Público Federal, com base em representação apresentada pelo PT em 1996. Paulo Maluf foi condenado a restituir a Prefeitura de São Paulo por causa dos prejuízos causados no chamado "escândalo dos precatórios", de 1995, quando o então prefeito lançou títulos vendidos a corretoras e depois vendidos por preços maiores, com saldo negativo para os cofres do município.

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A condenação ocorreu em dezembro de 1998 e Maluf tentou por várias vezes, mas não conseguiu derrubar a sentença em instâncias superiores, até o último dia 20, quando a 2ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo determinou o pagamento do valor.

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